O Brasil da vergonha!

Pindamonhangaba /SP

Se o que vc vai ver a seguir não é pagamento de propina, mensalão do DF, corrupção, etc. Quero estar vivo um dia para ver como estas coisas realmente acontecem. Sinto vergonha de ser brasileiro ao ter contato com fatos iguais ou piores a este. É uma pena sermos reféns de comandantes mal-caráteres, disprovidos de mínima dignidade. Caro governador Arruda pegue sua trupe e vá levantar a lona em outros cantos, não queremos ser governados por pallhaços. Que a justiça seja feita e que o STF tenha o que lhe falta, respeito pela sociedade. Cadeia neles!



Em mais um vídeo que ilustra um suposto esquema de corrupção no Distrito Federal, o empresário e proprietário do jornal "Tribuna do Brasil" Alcyr Duarte Collaço Filho recebe dinheiro vivo do ex-secretário de Relações Institucionais do Governo do Distrito Federal Durval Barbosa. O dinheiro é escondido na cueca.

Segundo a PF, o vídeo é deste ano e o valor transferido de Durval para a cueca de Collaço Filho é de R$ 30 mil. A transação ocorreu na sede da Secretaria de Assuntos Institucionais.

Deste repasse (que, no total, somaria R$ 60 mil) ainda fariam parte Augusto Carvalho (secretário de Saúde e deputado federal) e Fernando Antunes (adjunto na Secretaria de Saúde e presidente local do PPS). Nenhum dos envolvidos foi localizado para comentar o caso.

Entenda

A pedido do STJ (Superior Tribunal de Justiça), a Polícia Federal deflagrou na última sexta-feira (27) a Operação Caixa de Pandora, que investiga suposto esquema de pagamento de propina pelo governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (DEM), a parlamentares da base aliada na Câmara Legislativa do DF.

O despacho do ministro do STJ, Fernando Gonçalves, que provocou a operação, afirma que o secretário de Relações Institucionais do DF, Durval Barbosa, gravou o governador do DF, José Roberto Arruda, mandando oferecer R$ 400 mil para a base aliada. Em um dos trechos da gravação, Arruda manda oferecer mais R$ 200 mil para o "mesmo destino", a base aliada.

No inquérito da PF consta que o esquema de financiamento da campanha começou a ser montado em 2004 e foi até 2006. O cálculo é que o pagamento ilegal tenha sido de R$ 56,5 milhões no período. Barbosa também teria relatado à PF que a campanha eleitoral de 2006 de Arruda foi irrigada com pagamento de propina de empresas fornecedoras do governo. Segundo ele, o esquema deu origem ao "mensalão do DEM".

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Fabricio Oliveira
jornalista
fabriciofbo5@gmail.com