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Usinas no Japão, resultados de uma tragédia ou da falta de responsabilidade?

Pindamonhangaba /SP 
Diante das descobertas do site Wikeleaks surge este questionamento. Já que segundo os documentos divulgados os japoneses falsificavam relatórios de segurança das usinas nucleares como forma de encobertar falhas e problemas. O terremoto e por consequência o tsunami foram fatos imprevisíveis e os japoneses não podem ser culpados por isso. Mas se já haviam falhas e problemas nas usinas, o destempero ambiental só piorou a situação. Ou seja, se tudo estivesse na mais perfeita normalidade, talvez a preocupação não fosse tão alarmante. Caso estas afirmações se confirmem o Japão teria sim responsabilidades diante de uma tragédia nucluear, ou ainda diante de qualquer problema que se apresente. O mundo precisará tomar providências, afinal vidas não podem ser perdidas por atos corruptivos, mesmo na 3ª maior economia do mundo. Ou ainda, a responsabilidade de um governo não pode ser transferida para a natureza.

Wikileaks: Deputado afirmou que governo japonês ocultava informações sobre acidentes nucleares

Um despacho de 2008 da embaixada dos Estados Unidos em Tóquio revela o descontentamento e preocupação de uma importante figura política japonesa em relação à política nuclear de seu país. No documento, era informado que o governo encobria informações sobre acidentes nucleares, além de ocultar os custos e problemas associados a esse ramo da indústria.

A conversa entre Taro Kono e um grupo diplomático norte-americano teria ocorrido em outubro daquele ano, durante um jantar. O relatório, assinado pelo embaixador Thomas Schieffer, foi obtido pelo site WikiLeaks e publicado pelo Guardian.

"É possível comparar Fukushima a Tchernobil", afirma físico e ativista alemão

Pindamonhangaba /SP

Há paralelos entre a situação básica que levou à catástrofe nuclear de 1986, na Ucrânia, e a ameaça que paira sobre o Japão. Sobretudo não se deve pensar que o perigo esteja longe demais, lembra Sebastian Pflugbeil

Na qualidade de ativista dos direitos civis, o físico e médico Sebastian Pflugbeil combateu a minimização das consequências de uma catástrofe nuclear pelo governo comunista da República Democrática Alemã (RDA).

Aos 63 anos de idade, ele é presidente da ONG crítica à energia atômica Sociedade de Proteção Contra Radiação (GS). Pflugbeil é uma das poucas pessoas que puderam inspecionar o sarcófago do reator da usina nuclear de Tchernobil, Ucrânia, após a explosão em 1986.

Ele fala à Deutsche Welle sobre as possíveis consequências de uma catástrofe nuclear no Japão, num momento em que havia fortes indícios de uma fusão do reator da usina Fukushima Daiichi, porém sem confirmação oficial.

Deutsche Welle: Até que ponto se pode comparar Fukushima a Tchernobil?

Sebastian Pflugbeil: Bem, aqui temos a fusão do núcleo do reator; em Tchernobil, tivemos a fusão e uma explosão nuclear. Digamos: são categorias comparáveis, certamente relacionadas à liberação de grandes níveis de radioatividade.

Japão: “Nada de estáticos, somos um verdadeiro quebra-cabeças de 12 peças unidas por mistérios ainda pouco desvendados”

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Em tempos de faculdade lembro-me de uma de nossas camisetas. Nela estava escrita a seguinte frase: 'nós registramos a história'. Mais tarde ao ler livros e artigos para fazer o TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) me deparei com a constatação. Boa parte das histórias que contam a evolução do mundo podem ser encontradas em páginas antigas de jornais.

Desde o começo deste ano inúmeros fatos nos colocam diante desta oportunidade. Nós jornalistas em meio a notícias que tornam-se registros da história do mundo. Lembranças que poderão ser contadas e ensinadas nas escolas, arquivos que irão ilustrar novos registros do processo evolutivo da humanidade.

As chuvas no Rio de Janeiro, os protestos no Egito, a queda de Hosni Mubarak e a atual crise no oriente médio com a Libia. Em menos de três meses completos um terremoto e um tsunami devastador no Japão. Parece-me que 2011 promete.

Um país rico e preparado. Refém de um medo, de uma natureza que não avisa a hora que vai acordar. O terremoto de 8.9 e por consequência o tsunami são fatos imprevisíveis. Como já sabemos estes abalos no Japão são frequentes e até mesmo normais. O país esta no círculo de fogo do pacífico, localizado no encontro de placas tectônicas.

Cursos e construções rigorosamente examinadas pelo governo tentam previnir estragos maiores. Mas o que aconteceu foi algo fora de controle. Resta-nos torcer para que os prejuízos não sejam tão massivos e o Japão consiga se reerguer o mais rápido possível. Afinal, a ilha é uma das maiores economias do mundo e a curto e longo prazo sentiremos os efeitos no Brasil.

A sensação é que a intensidade das coisas tem aumentado. Aquecimento global? Estudiosos negam a relação terremoto no Japão com aquecimento global. Portanto aqui fica um mistério, para o qual ainda não temos respostas. Para alguns religiosos, o fim de uma era e o começo de novos temos. Vamos aguardar.

Como profisisonal de comunicação o registro da tragédia natural por imagens, impressionou. Em poucas horas o mundo via um número tão grande de imagens do terremoto e do tsunami que chamou a nossa a atenção. Não me lembro de outro fato registrado com tanta intensidade por nós profisisonais da comunicação. Vale lembrar que o tsunami da Tailândia em dezembro de 2004 só foi visto pelo mundo dias depois.

Os números da tragédia japonesa se alteram a todo instante e não seria atual repassar os disponíves aqui. Afinal, do outro lado do mundo talvez os que temos acesso podem não mais retratar a realidade. Por este motivo optamos pela reflexão. A seguir você confere alguns links que podem te ajudar a entender o terremoto, assim como saber como e por que ele acontece.

O fato. O forte terremoto de magnitude 8,9, seguido por um tsunami com ondas de até dez metros de altura, atingiu a costa nordeste do do Japão nesta sexta-feira, 11 de março de 2011. Trata-se do pior tremor a atingir o país desde que começaram a ser feitos registros, no final do século 19, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês).

O tremor  foi seguido por ao menos 19 réplicas, algumas delas de magnitude 6,3. Cidades e vilarejos ao longo dos 2.100 quilômetros da costa leste do país foram afetadas por violentos tremores que atingiram até a capital, Tóquio, localizada a 373 quilômetros de distância do epicentro.

O terremoto ocorreu às 14h46 da hora local (2h46 em Brasília) e teve seu epicentro no Oceano Pacífico, a 130 quilômetros da península de Ojika, e a uma profundidade de 24,4 quilômetros, de acordo com o USGS.

Texto: Diferenças - Terremoto no Chile foi de 8,8° na escala Richter no Haiti foi de 7° [leia]

Texto: Entenda como funciona a escala Richter [leia]

Vídeo: Entenda o movimento das placas tectônicas [assista]

Uma reflexão sobre o terremoto!

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Haiti em 15 de janeiro de 2010 (foto: New York Times)
Chile em 01 de março de 2010 (foto: G1)
Ao olharmos em um primeiro momento estas imagens imaginamos que elas são retratos de um só lugar. Mas engana-se quem pensa assim. A primeira é do Haiti e a segunda é do Chile. A partir deste ponto de vista gostaria de relembrar uma estrutura textual que desenvolvi na matéria especial sobre o terremoto do Chile que publicamos na última sexta pelo Jornal Notíci@S. Leia a reflita:

"Dinheiro, economia estável e preparo podem ser fatores decisivos no saldo final que teremos há semanas, mas a certeza é uma só. Diante do desespero nos tornamos um único povo. Sentimos medo, perdemos nossas casas, sofremos por não ter notícias, temos a sensação de que nossas vidas acabaram. Um retrocesso social que nos leva uma realidade única".
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Fabricio Oliveira
jornalista
fabriciofbo5@gmail.com

Texto especial: O mundo tremeu

“Nada de estáticos, somos um verdadeiro quebra-cabeças de 12 peças unidas por mistérios ainda pouco desvendados”
 Por Fabricio Oliveira
Um terremoto de 8,8 graus na escala Richter, com epicentro no mar, atingiu na madrugada do último sábado a região central do Chile, a cerca de 300 quilômetros a sul de Santiago (capital do país). Os dados desta verdadeira catástrofe císmica foram confirmados pelo Instituto Geológico dos Estados Unidos (USGS).

O terremoto, que aconteceu às 3h34 pelo horário de Brasília, teve um minuto de duração, mas proporcionou a sensação de durar horas, segundo relatos. Santiago ficou às escuras, pessoas saíram às ruas e uma onda de saques tomou conta do país instantes depois.

O tremor teve epicentro no mar, a 59,4 quilômetros de profundidade, na região de Maule, no centro do país, distante 99 quilômetros da cidade de Talca e 117 de Concepción. Até o fechamento desta edição o número de mortos já passavam de 800.

Onde aconteceu / Alertas de tsunamis / Impacto

[para ampliar, clique nas imagens]
Onde aconteceu; Chile está no 'círculo de fogo' 
 Alertas de tsunamis pelo Pacífico
 O impacto; terremoto foi sentido no Brasil
Imagens do G1
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Fabricio Oliveira
jornalista
fabriciofbo5@gmail.com

Entenda como funciona a escala Richter

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Ondas sísmicas são as vibrações de terremotos que viajam pela terra, e a escala Richter é o método mais conhecido para calcular a magnitude delas. Essa escala foi criada em 1935 pelo sismólogo americano Charles F. Richter, que estudava esse tipo de fenômeno no Instituto de Tecnologia da Califórnia, nos Estados Unidos.

Terremoto de 8,8 graus atinge o Chile

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Um terremoto de 8,8 graus na escala Richter, com epicentro no mar, atingiu hoje a região central do Chile, a cerca de 300 quilômetros a sul de Santiago, segundo os últimos dados do Instituto Geológico dos Estados Unidos (USGS).

O terremoto, que aconteceu às 03h34 pelo horário de Brasília, teve um minuto de duração e foi sentido na capital. A cidade ficou às escuras, e muitas pessoas saíram às ruas.

O tremor teve epicentro no mar, a 59,4 quilômetros de profundidade, na região de Maule, no centro do país, distante 99 quilômetros da cidade de Talca e 117 de Concepción.

Por enquanto ainda não há informações sobre vítimas e a gravidade dos danos materiais. Além da capital, algumas outras regiões do país, como a de Valparaíso, estão sem luz e os contatos telefônicos são limitados.
Fonte: Efe, em Santiago do Chile

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Fabricio Oliveira
jornalista
fabriciofbo5@gmail.com

Nós somos o mundo

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A canção escrita por Michael Jackson, 'We are the world', completa esta semana exatamente 25 anos. O clássico que em português significa 'nós somos o mundo' na época conseguiu arrecadar mais de $60 milhões de dólares em doações para o povo africano. Hoje uma nova versão da música foi lançada nos EUA, 57 artistas, uma música e uma nova causa tentam fazer o mesmo. Ajudar os desesperados do Haiti.

O vídeo mais uma vez é simplesmente emocionante, ver concorrentes do mercado fonográfico unidos por uma causa me faz ter certeza desta frase que sempre busco parafrasear na primeira página deste blog: "Cidadão não é aquele que vive em sociedade, mas sim aquele que a transforma", de Augusto Buol - Dramaturgo.

A reflexão que fica é, nos questionarmos porque não levamos ao pé da letra o título desta canção. Nós somos um mundo, portanto somos os únicos que podemos tranformá-lo. Nosso planeta, nossa sociedade não são instuições que estão distantes de nós. Ao contrário, são estruturas das quais fazemos parte. Lembre-se sempre: "NÓS SOMOS O MUNDO". Boa semana!

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Fabricio Oliveira
jornalista
fabriciofbo5@gmail.com

IMPRESSIONANTE: A tragédia do Haiti em imagens

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Vasculhando sites de notícias pelo mundo encontrei uma galeria de imagens sobre o Haiti, no mínimo, impressionante. As fotos são de propriedade do jornal New York Times. Veja algumas imagens:


Entenda o movimento das placas tectônicas da Terra, que causou o terremoto de 7.1 no Haiti

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Fabricio Oliveira
jornalista
fabriciofbo5@gmail.com

Na semana santa o que faltam são santos

Pindamonhangaba /SP

Se procurarmos no dicionário um significado para a palavra santo vamos encontrar inúmeros verbetes. Boa parte deles referem-se às liturgias da Igreja, mas outros podem, certamente, ser aplicados ao nosso pouco religioso cotidiano.

De acordo com o Michaelis santos são os bem-aventurados, eleitos, que vivem conforme a lei de Deus; que inspiram benevolência e piedade; bondosos; que cumprem com todo o escrúpulo, com a maior exatidão, os seus deveres morais; virtuosos. Que são dignos de respeito; Que não fazem mal a ninguém; ingênuos, inocentes, simples. Santo é aquele que leva uma vida de abnegação e amor ao próximo; indivíduo de vida exemplar e de conduta irrepreensível. Indivíduo ingênuo, inocente, simples, que não faz mal a ninguém.

Se levarmos a risca todos estes significados ficaríamos decepcionados com nós mesmos. Afinal jamais seremos perfeitos, jamais seremos santos ao pé da letra. O que também não quer dizer que devemos deixar de lado tais significados. Praticar boas ações deve, sistematicamente, ser algo corrente em nossas vidas.

As coisas pelo mundo não estão fáceis. As irresponsabilidades tornaram-se regras e os ditos santos de barro cada vez mais se aproximam dos de pau-oco. Um exemplo claro surge lá na Itália, terra onde vive o tão "importante" Papa Bento XVI. O país em formato de "botinha" está entre as oito economias mais importantes do mundo, mas a pergunta que fica é: esta colocação foi conquistada com quais princípios?

Os terremotos que já mataram mais de 300 italianos abriram, literalmente, uma cratera de escândalos. Cerca de 18% dos imóveis afetados foram construídos sem autorização legal e são dotados de erros estruturais. De acordo com a rede CNN 60% do concreto usado na construção de edifícios era composto por areia de praia.

O mais importante deste post não é condenar aqueles que o leem. Ao contrário, é mostrar que os pequenos detalhes fazem uma grande diferença. Em momentos de renovação e reflexão fica aqui uma proposta: sejamos merecedores do título de santo, sejamos praticantes do bem e da responsabilidade.
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Fabricio Oliveira
jornalista
fabriciofbo5@gmail.com