Centenas
de mortos, áreas devastadas e uma constante disputa por terras sagradas
“Os israelenses lutam para existir no futuro porque sabem
que os judeus não estiveram seguros no passado. Os palestinos lutam para
existir no presente que nunca chega. Os dois têm razão”, Chacra, Guga –
jornalista especializado em oriente médio.
Para alguns, um país de contrastes, que o torna um dos piores lugares do mundo. Para outros, estas diferenças são tão latentes, que fazem do Brasil um lugar único, um dos melhores lugares do mundo para se viver.
Há pouco mais de três semanas, o Cristo Redentor era iluminado pelo sol e abençoava um evento que reuniu milhões de seres humanos, um evento que, pelo esporte, promoveu o fair play entre 32 países.
Ao mesmo tempo, ao redor do planeta povos e histórias estão entrando em constantes conflitos, de forma ‘inaceitável’. Os números de uma guerra, inexplicável para nós ocidentais, que assombra o oriente médio, são assustadores. Tudo começou quando no dia 12 de junho, três jovens israelenses foram sequestrados na Cisjordânia e encontrados mortos duas semanas depois. O governo de Israel acusa o Hamas como responsável pelo crime. Na busca dos autores, seis palestinos foram mortos pelo Exército e cerca de 420 foram presos, a maioria deles membros do Hamas.






