Mostrando postagens com marcador Guerras. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Guerras. Mostrar todas as postagens

Entenda as origens deste conflito sangrento entre israelenses e palestinos

Centenas de mortos, áreas devastadas e uma constante disputa por terras sagradas

“Os israelenses lutam para existir no futuro porque sabem que os judeus não estiveram seguros no passado. Os palestinos lutam para existir no presente que nunca chega. Os dois têm razão”, Chacra, Guga – jornalista especializado em oriente médio.


Não há dúvidas de que somos privilegiados! Vivemos em um país democrático, podemos escolher nossos representantes, o ir e vir são desejos livres de permissão. As belezas naturais são inúmeras e a miscigenação que deu origem ao nosso povo, fez-nos algo sem igual no planeta. Ao mesmo tempo é justo reconhecer os problemas, vivemos uns caos na saúde, muitos não tem onde morar e o que comer.

Para alguns, um país de contrastes, que o torna um dos piores lugares do mundo. Para outros, estas diferenças são tão latentes, que fazem do Brasil um lugar único, um dos melhores lugares do mundo para se viver.

Há pouco mais de três semanas, o Cristo Redentor era iluminado pelo sol e abençoava um evento que reuniu milhões de seres humanos, um evento que, pelo esporte, promoveu o fair play entre 32 países.

Ao mesmo tempo, ao redor do planeta povos e histórias estão entrando em constantes conflitos, de forma ‘inaceitável’. Os números de uma guerra, inexplicável para nós ocidentais, que assombra o oriente médio, são assustadores. Tudo começou quando no dia 12 de junho, três jovens israelenses foram sequestrados na Cisjordânia e encontrados mortos duas semanas depois. O governo de Israel acusa o Hamas como responsável pelo crime. Na busca dos autores, seis palestinos foram mortos pelo Exército e cerca de 420 foram presos, a maioria deles membros do Hamas.

Entenda o que acontece no mundo árabe

Pindamonhangaba /SP


* Com informações da Efe e AFP - Infográfico do site G1

Chefe da Otan vê 'pequeno número' de terroristas entre rebeldes da Líbia

Pindamonhangaba /SP

O destaque internacional de hoje nos conta que a OTAN assumiu definitivamente o controle dos ataques à Líbia. Tudo começou com os protestos no Egito que derrubou Hosni Mubarak, um ditador que comandava seu povo há mais de 30 anos. Os não contentes, no mundo árabe, transformaram-se em rebeldes. Os regimes lá comuns não admitem tal enfrentamento e o centro da terra vive hoje uma verdadeira guerra civil. Destaque para a Líbia e seu ditador que não admite deixar o governo, Kadhafi diz defender seu terrítório, mas para isso usa de violência contra o povo líbio. O exército que está do lado de Kadhafi mata civis sem dó.

O mundo não admite tais agressões e resolveu reagir. Aqui não estamos para fazer juízo de valor e defender este ou aquele. Mas não é certo que civis percam a vida, sejam mortos por soldados de seu próprio país, sejam censurados por terem opiniões diversas.

O futuro a Deus pertence, mas Kadhafi não deverá resisitir por muito tempo. A pergunta que fica é, qual será o futuro da Líbia? Já que a OTAN declarou na última semana que terroristas estão entre os rebeldes líbios.

Na Líbia não há oposição estruturada, por isso quem assumiria o poder? os rebeldes, ou a comunidade mundial? Será que teremos no futuro um novo Iraque?

Leia a notícia que fala dos terroristas na Líbia...

O almirante americano James Stavridis, comandante da Otan na Europa, disse ao Congresso que pode haver um pequeno número de militantes da al-Qaeda e outros terroristas entre os rebeldes da Líbia.

Líbia: um povo dividido em meio a uma guerra confusa

Pindamonhangaba /SP
Povo líbio se divide, defensores de Kadhafi apontam armas para rebeldes.
O Mediterrâneo queima no terceiro dia de guerra, e a coalizão se divide. O presidente francês Nicolas Sarkozy quer que as ações militares sejam controladas pela França e pela Inglaterra. A Itália e outros países preferem no comando a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), a aliança ocidental atlântica.

Trata-se de um impasse que pode mudar a disposição dos aliados. O ministro das Relações Exteriores da Itália, Franco Frattini, ameaçou retirar as bases aéreas italianas da coalizão se a Otan não entrar no comando dos ataques à Líbia. A Noruega suspendeu sua participação nas operações até que seja esclarecido o controle.

Do Chile, o presidente Barack Obama informou que o comando da operação, atualmente com os Estados Unidos, será transferido em alguns dias aos aliados depois que as defesas antiaéreas da Líbia forem anuladas. O presidente norte-americano afirmou que a Otan terá um papel na segunda fase das ações militares.

Países que se abstiveram na decisão de atacar a Líbia agora criticam duramente a ação militar, como a China e a Índia. A Liga Árabe, que apoiou a resolução da ONU, afirma que a coalizão está exagerando nos ataques. O secretário-geral, Amir Mussa, lembrou que os civis devem ser protegidos.

Mussa se encontrou com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, que foi até agredido no Cairo por simpatizantes de Kadhafi. O guia supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, acusou os países ocidentais de querer se apoderar do petróleo.

Quem se arrisca mais são os italianos, pela proximidade geográfica com a Líbia. O serviço secreto da Itália afirma que Kadhafi não possui mísseis capazes de chegar até o território italiano, mas que o ditador pode planejar atentados terroristas.

E quem perde é o povo líbio, ficou dividido. Chegou ao seu pior estágio, quando homens de um mesmo país se dão as costas e se apontam armas como inimigos mortais.
Fonte: informações de matéria veiculada pelo
jornal Bom dia Brasil da TV GLOBO

2011, o mundo diante de uma nova guerra

Pindamonhangaba /SP

Hoje é dia 19 de março de 2011, o mundo dá início a uma nova guerra. Desta vez a disputa não se dá pelo puder ou pela conquista de território. Na verdade 'o que se pretente' é acabar com um governo que destrói seus governados, seu povo, que hoje não quer mais viver em uma ditadura.

Kadhafi não desiste do poder. As tropas militares da Líbia estão do seu lado. Os rebeldes ganharam força depois da queda de Hosni Mubarack no Egito, mas sofrem com as ameaças e com os ataques. O governo da Líbia não mede esforços para manter-se no poder, e para isso não hesita em atirar contra seu povo discidente.

Atentar contra civis e matá-los por terem opiniões contrárias é peder o direito à soberânia. O mundo passa a ter que ver a Líbia como um país sem direitos, sem condições de se manter uma relação amistosa a respeitosa. A partir disso a ONU propõe sanções. Kadhafi não as respeita e intervenções militares tornam-se realidade.

O ditador líbio promete retalhações. O cenário dá indícios de que está história não para por aí e que novos capítulos começam a ser escritos na guerra Libia 2011. A agenda 7 muda o foco, o Japão perde espaço e o mundo se volta ao oriente médio.

Vamos aguardar e pedir para que soluções pacíficas resolvam o conflito. Apesar de acreditar que o inevitável já começou a se tornar realidade.