Mostrando postagens com marcador Jornalismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Jornalismo. Mostrar todas as postagens

Resultado de um Brasil chamado BUROCRACIA!

Matéria, de minha autoria, publicada pelo Jornal Notíci@S na edição desta sexta-feira, 01/08/14. 
Originalmente aqui. Para ampliar e salvar, clique na imagem.


Uma breve reflexão sobre o fim do Jornal da Tarde


No último dia 31 de outubro o Jornal da Tarde deixou de circular e mais uma vez o fim dos impressos voltou a ganhar força. Acredito que ainda há espaço para os tradicionais jornais de papel. Mas ao mesmo tempo penso que para que continuem existindo as empresas precisarão se adaptar e oferecer algo novo e diferente para seus leitores.

Provavelmente só sobreviverão no mercado aqueles que apresentarem na maioria de suas páginas, jornalismo. Os que fazem do jornal impresso um catálogo de propagandas terão dificuldades para continuar conquistando novos leitores e consolidar sua credibilidade.

Não podemos negar que novos tempos chegaram e que a forma como as novas gerações consomem informação também mudou, mas a palavra chave é conteúdo. Se um jornal impresso oferece conteúdo de qualidade, certamente terá seu espaço garantido. Pelo menos pelos próximos 10 anos.

O Jornal da Tarde tem seu nome registrado na história do jornalismo e deixará saudades, mas acho muito complicado ligar a ‘morte’ do JT à internet, por exemplo. Se chegamos em casa no fim do dia e abrimos os principais portais da internet teremos todas as manchetes dos jornais do dia seguinte. Aquele veículo que trouxer para o papel a mesma informação que estava a disposição do leitor na internet terá seu prazo de validade menor. Agora, aquele que trouxer algo a mais, uma análise mais profunda, a opinião de especialistas, um tema debatido a partir de um novo olhar, ganhará o interesse do leitor e sempre terá publico, terá anunciantes e continuará existindo.

Quando pegamos uma revista semanal para ler, queremos mais do que os textos de internet e quando pegamos um jornal no dia seguinte a um fato importante, também queremos um diferencial.

O Jornal da Tarde representa mais do que o fim de mais um impresso, nos dá um alerta do quanto é preciso repensar como fazemos jornalismo por este país. Precisamos entender que lucratividade é conseqüência de um trabalho bem feito. E que para isso é preciso se atualizar, mergulhar nas novas mídias, ter bons profissionais e não achar que ainda vivemos em províncias, onde alguns senhores se acham donos da verdade.

JB, o fim! Necessariamente o fracasso de quem o administra

Pindamonhangaba /SP 

Na última semana fomos surpreendidos com a notícia de que o Jornal do Brasil deixaria de ter sua edição impressa e passaria a ser difundido 100% em ambiente digital. Depois de uma rápida pesquisa por sites e blogs jornalísticos é possível ver que para alguns o fim da edição impressa do JB é um suicídio tardio ou ainda uma tragédia anunciada a tempos. Mas sem dúvida é triste, como profissional da comunicação, ver que um veículo de tanta importância histórica para o Brasil chega ao fracasso sem ao menos esbossar qualquer tipo de reação.

O Jornal do Brasil deixa de exisitir, deixa de ocupar as bancas. A pergunta que fica é; por que? Em tempos de graduação nas aulas de história do jornalismo era comum exposições que nos apresentavam o surgimento de um novo veículo e ao mesmo tempo a desconfiança de muitos sobre a perda de audiência de um antecessor. Os jornais não teriam mais leitores por causa das rádios, o mesmo com o cinema que deixaria de existir por causa da televisão. A internet surge no fim do século XX como aposta para o enterro dos impressos.

Chegamos a 2010 e todas as formas de comunicação continuam. É certo que precisaram se adptar, conquistar públicos diferentes de novas gerações apresenta-se como um desafio constante, segmentar-se também é uma perspectiva. Mas todas persistem no mercado com seu espaço, com sua força frente a uma audîência 'fiel'.

Isso nos leva a reflexão de que deixar de ir para as bancas é resultado não de falta de audiência ou de leitores. É resultado de uma péssima administração. Um bom jornalista empreendedor jamais deixaria seu veículo chegar ao fracasso sem esbossar reação. Há quem acredite que os editores do JB ainda contribuiram para este fim patético.

“O JB deixou de ser o mesmo há muito tempo, já morreu desde que o Nelson Tanure assumiu. Agora é o enterro”, declarou em seu blog o jornalista e também ex-colunista do JB, Ricardo Kotscho. “A alegação 'sustentável e inovadora' é uma tremenda cascata. É uma desculpa de quem acabou com a Gazeta e agora vai acabar com o JB. Se fosse pelas árvores, não publicariam mais livros no mundo”.

Os esforços para o fim podem ser vistos nas declarações dadas na última semana pelo jornalista Fritz Utzeri. “Queriam usar muito conteúdo de agências e textos chupados da internet, o jornal estava perdendo sua alma. Aí eu desisti. Depois até continuei como colunista, mas saí”. “As decisões empresariais, os passivos trabalhistas, a construção faraônica do prédio do JB, a compra de um modelo de rotativa aposentada pelo New York Times, tudo isso acabou com o jornal”. Utzeri enfatizou que a baixa tiragem, entre 17 e 22 mil exemplares, transformou o JB numa “gazeta de bairro”.

A queda anunciada do JB também promove o avanço de O GLOBO, em termos comerciais, na capital federal. Algo que Alberto Dines, ex editor-chefe do Jornal do Brasil não vê com bom olhos. “Para O Globo é muito ruim. O jornalismo compreende a competição. O jornal sem competição fica numa posição parcial. O jornalismo tem que ter concorrência. O momento de glória do O Globo foi quando ele competiu com o JB. Foi a última era de ouro do jornalismo carioca”,“A grande verdade é que o Tanure não tem a ver com jornalismo. Ele não é o empresário de jornal. Para ele, ter uma fábrica de baralho e uma empresa jornalística é a mesma coisa”, disse Dines para um site de comunicação.

O que fica é necessariamente a incopetência de quem o administra. Muitos já sumiram, entre eles: Gazeta do Rio de Janeiro, Gazeta de Notícias, O País, A Notícia, O Mundo, A Manhã, A Tarde , A Noite, Diário da Noite, Diário Carioca, Última Hora, Diário de Notícias, Diario da Noite, O Jornal, Correio da Manhã. Em tempos de novo século admitir um fim é algo inaceitável.

Jornalista Fabricio Oliveira - 19/07/2010

Vereador agride repórter em cidade do Mato Grosso - VIOLÊNCIA CONTRA JORNALISTAS

Pindamonhangaba /SP 
Impressiona o número de notícias que surge sobre agressões e crimes sofridos por jornalistas. Não preciso dizer que isso é um abusrdo e nem pouco mostrar uma indignação óbvia. Mas estes fatos me trazem a certeza de que nossa categoria está no caminho certo, estamos incomodando. Antes estes políticos podres faziam o que bem entendiam com nosso dinheiro e todos se calavam, hoje nós jornalistas estamos de olho. Motivo para transformá-los em feras. Afinal, é tirar carne de leões.

O vereador Lourivaldo Rodrigues de Moraes (DEM), conhecido como "Kirrarinha”, agrediu a repórter Márcia Pache, da TV Centro-Oeste, retransmissora do SBT em Pontes e Lacerda (MT). O vereador saia do Centro Integrado de Segurança e Cidadania (CISC), na manhã desta segunda-feira (28/06), onde foi indiciado por esbulho possessório e denunciação caluniosa.

Dia da imprensa: há o quê comemorar?

por Anderson Scardoelli

O ano de 2009 ficou marcado por fatos importantes para a imprensa brasileira. Por decisões judiciais, a profissão perdeu o diploma, jornais foram censurados e ficamos "sem lei". No dia da imprensa, comemorado nesta terça-feira (01/06), cabe a pergunta: há o quê comemorar?

Grupo tenta impedir circulação de O Globo comprando todos os jornais

Pindamonhangaba /SP 
Patético! É assim que posso considerar este fato. O único que saiu ganhando foi o jornal que em questão de minutos cosneguiu vender quase todos os exemplares distribuidos na região. Nossa política realmente é uma palhaçada.  É triste ver o que fazem para conitnuar nos cargos, para que suas sejeiras não sejam expostas em praça pública. E pior, não se espante se o dinheiro usado para comprar os jornais for de alguma verba de gabinete.

Alguns moradores de duas cidades do Rio de Janeiro tiveram dificuldades em encontrar um exemplar de O Globo no último domingo (23/05). Um grupo de pessoas percorreu várias bancas de São Gonçalo e Itaboraí comprando todos os jornais disponíveis.

Mackenzie lança curso de especialização em Jornalismo Contemporâneo

Pindamonhangaba /SP 

A Universidade Presbiteriana Mackenzie lançou o curso de especialização em Jornalismo Contemporâneo. A nova cadeira será dividida em quatro módulos: Jornalismo Especializado, Jornalismo Digital, Comunicação Empresarial e Metodologia de Trabalho Científico.

Greve deixa França sem jornais impressos e diários fazem publicação via web

Pindamonhangaba /SP
Hoje em um mundo onde as mídias digitais são tão fortes, talvez os jornais não sintam tantos impactos. Para quem tem o costume de ler as machetes e os artigos na mesa do café terá que ir ao computador, algo que fará mudar hábitos. É esperar para ver!

Uma greve dos setores de imprensa e distribuição deixou a França praticamente sem jornais na última quarta-feira (21). Nas bancas, os jornaleiros distribuíram apenas os veículos de origem estrangeira. A paralisação acontece em resposta à recusa das editoras francesas em aumentar os salários dos profissionais que trabalham nos setores de distribuição e imprensa.

Formação profissional é fundamental para garantir o direito à informação qualificada

* Carta da diretoria da FENAJ a categora neste 07 de abril

A dignificação da profissão de Jornalista se faz com resistência e luta. E neste caminho prosseguimos em defesa do direito da sociedade à informação qualificada, democrática e ética, apesar da fatídica decisão do STF que derrubou a exigência do diploma para o exercício da profissão. Neste 7 de abril, Dia do Jornalista, as bandeiras da defesa de nossa formação e regulamentação profissional e da democratização da comunicação permanecem erguidas e nossas vozes se farão ouvir ainda mais em 2010.

Criado pela Universidade de Tóquio, jornalista robô fotografa e faz entrevistas

Pindamonhangaba /SP
Vou ter que concordar com Gilmar Mendes, somos dispensáveis. Para que jornalsitas que pensam. Nada melhor do que robôs que podem ser programados.  Não é preciso diploma ou qualquer instrução, basta inspiração divina. Apesar deste absurdo eu ainda acredito que os não defensores do diploma serão os primeiros a parder espaço. Chegaremos a uma época em que o humano e o conhecimento ganhará de todo e qualquer avanço tecnológico.
Cientistas do Laboratório de Sistemas Inteligentes (ISI, em inglês), da Universidade de Tóquio, criaram um jornalista robô, capaz de realizar entrevistas e tiras fotografias. Autônoma, a máquina exerce a função de jornalistas em situações de risco, como fronts de guerra.

TV Globo vai abrir escola técnica de mídia eletrônica

Pindamonhangaba /SP
Sou a favor de todo e qualquer tipo de fomento a educação profissional. Quanto mais escolas tivermos, melhor serão nossos profissionais. Mas a dúvida que surge é a seguinte: a Rede Globo não gosta de permitir o novo, seu padrão é mais do que apenas um padrão, é lei dentro das organizações. Não tenho dúvida de que é uma boa 'sacada', afinal estará preparando profissionais exatamente para o que quiser e precisar. Agora, este estímulo também será perpetuador de uma regra não muito conscistente dentro de algumas cabeças pensantes. Potanto, tenho a sensação de que tentar o novo e o diferente será o grande desafio do futuro.
As Organizações Globo assinaram um convênio com o Governo de São Paulo para a implantação de uma escola técnica (Etec) voltada para a mídia eletrônica. O convênio foi assinado nesta sexta-feira (19/03), por Roberto Irineu Marinho, presidente das Organizações Globo, e José Serra (PSDB), governador do estado.

Cabrini estreia "Conexão Repórter" com reportagem sobre tráfico de crianças

Pindamonhangaba /SP

O jornalista Roberto Cabrini, contratado pelo SBT em 2009, estreia seu novo programa, o "Conexão Repórter", no dia 04/03. O tema da primeira reportagem será o tráfico de crianças no Brasil. Para elaborar a matéria, o jornalista viajou, ao lado de sua equipe, por quatro meses pelos lugares mais remotos do País.

Cuidado! Apresentadora de TV é acusada de mandar matar chefe após demissão (rs)

Pindamonhangaba /SP

Uma apresentadora de televisão de Chipre deverá ser julgada nesta segunda-feira por ter mandado matar o chefe depois de ser demitida. De acordo com a promotoria, Elena Skordelli pagou uma pessoa para que o diretor do grupo de mídia Dias, Andis Hadjicostis, fosse assassinado em janeiro. A Dias é a maior companhia do setor no país e inclui emissoras de rádio e televisão, um jornal diário e várias revistas.

Assessoria se desculpa por erros de digitação

Pindamonhangaba /SP

Este post nos serve como um registro curioso. É certo que não tenho muito tempo de carreira, há 4 anos trabalho em um jornal e há um ano estou formado. Mas sinceramente nunca vi algo do tipo. Todos os dias recebo e-mails das mais diversas assessorias e esta semana uma equipe de umas prefeituras aqui do Vale enviou uma newslatter no mínimo curiosa.

vejam:

Caros,
algumas matérias recentes foram com erros de digitação, com letras faltando ou sobrando, ou ainda, trocadas. Um problema que não se repetirá.
Obrigado, bom trabalho.
 
A pergunta que fica é: seria necessário este desgaste por parte desta asssessoria? Passar releases sem erros a partir de então já não seria uma forma de corrigir os erros?

---
Fabricio Oliveirah
jornalista
fabriciofbo5@gmail.com

Jornal cobra por conteúdo online e consegue apenas 35 assinantes em três meses

Pindamonhangaba /SP
Cobrar por conteúdo online pode ser uma alternativa rentável quando você oferece algo único, um serviço que venha a causar necessidade nas pessoas. Oferecer conteúdo igual aos outros é o mesmo que dar um tiro no pé. Para que vou pagar por ter acesso às notícias no UOL, se as mesmas estão no Terra, no IG, etc.

O jornal americano Newsday decidiu, em outubro do ano passado, cobrar pelo acesso ao seu conteúdo na internet. Agora, três meses depois, o resultado da ação: apenas 35 pessoas fizeram a assinatura. O site cobra US$ 5 pelo acesso por uma semana ou US$ 260 por um ano.

Fim do diploma faz universidade suspender curso de jornalismo

Pindamonhangaba /SP

O fim da obrigatoriedade do diploma de Jornalismo para o exercício da profissão, decidido em junho do ano passado pelo Supremo Tribunal Federal, atingiu a Universidade Mogi das Cruzes (UMC), de São Paulo. Com uma queda de 50% na procura, o curso desse semestre foi suspenso.

Jornalistas divergem sobre o impacto do iPad na mídia impressa

Pindamonhangaba /SP

Um nova alternativa de disseminação da informação surge no mercado: o Ipad. Qando os rádios surgiram era forte a premissa de que os jornais acabariam, quando a TV entrou em nosso país todos acreditavam ser o fim do rádio. O mesmo aconteceu com a internet. Havia quem acreditasse no fim dos Correios e das cartas. E tudo continua firme e forte, cada um adaptando-se ao seu espaço. E é o que acredito sobre o Ipad, novas gerações de seres humanos tornaram-se capazes de absorver mais essa sem deixar morrer tudo o que já existe. Em breve publicarei um texto especial para discutir melhor o assunto.


O novo lançamento da Apple, o iPad, que promete ter um forte impacto no mundo editorial e na mídia impressa, causa divergências entre jornalistas especializados em tecnologia e mídias digitais. O produto traz recursos próprios do iPhone e dos netbooks. Com uma tela de dez polegadas, é possível ler jornais e livros. A diferença com o Kindle, da Amazon, é que o iPad permite navegar na internet, ver vídeos, jogar, escrever e armazenar arquivos, como um computador.

Presidente do Grupo Abril anuncia a criação de uma Escola Superior de Jornalismo

Pindamonhangaba /SP

O presidente do Grupo Abril, Roberto Civita, anunciou em entrevista à revista Negócios da Comunicação, que irá patrocinar a criação de uma escola de pós-graduação em jornalismo. Em parceria com a Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), a instituição deverá ser inaugurada no segundo semestre de 2010 ou no primeiro de 2011. A faculdade deve receber o nome de Escola Superior de Jornalismo.