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A reação do que convém!

Confesso que penso muito antes de dar minhas opiniões políticas, pois observo uma falta de tolerância, e as vezes, até mesmo respeito, por parte de vários. Mas também acredito, que em alguns momentos, é preciso se manifestar.

Permitam-me um desabafo...

Não aguento mais receber convites para essa tal manifestação que dizem fazer no próximo domingo. Não aguento mais receber mensagens com a propagação de boatos, com o objetivo de instalar o caos.


Que fique claro. Não sou contra as manifestações, são legítimas e fazem parte do jogo democrático.

Agora, todas às segundas-feiras a Câmara de Pindamonhangaba faz suas sessões ordinárias. E é curioso ver que as galerias estão sempre vazias.

Antes de ficar mandando convite, para algo que nem sabe do que se trata, querendo soluções sem mesmo entender o contexto, ou repassando mensagens para participar da farra e colocar-se como parte de um grupo, vá a todas as sessões da Câmara.

Reclame das bobagens e dos absurdos que nossos vereadores fazem, da mesma forma que reclama dos governos estadual e federal. Que tal cuidar do próprio rabo? Do quintal de casa? Antes de qualquer coisa.

Entenda e acredite. Ao posicionar-se politicamente na sua cidade e ao fazer com que seus vereadores sejam sérios, você estará construindo uma nova geração politica, que no futuro poderá fazer do Brasil um lugar melhor e mais sério. Do que adianta tratar o problema pelo sintoma e não pela causa?

Sair às ruas pedindo o impeachment da presidente, quando por exemplo, temos vereador que usou a máquina pública em benefício próprio e, confessou em rede nacional, é no minimo, curioso.

Primeiro tenha moral política, vá até a Câmara, lote as galerias, faça política com seus vereadores e prefeito. Entenda as atribuições. Não seja fantoche na mão de pseudo lideranças municipais ou partidos, que te usam sem saber, e sem querer saber, quem você é.

Peço licença e respeito aos que pensam de forma contrária.

Estado e sensação pró impeachment!

O resultado das últimas eleições, em 2014, revelou que o Brasil vive uma grande crise de identidade. Daquelas que não sabemos o que queremos e, principalmente, para onde vamos. Um Brasil, literalmente, dividido, por dois candidatos e não por duas propostas de governo, ideologias ou princípios.

Como nos campos de futebol, em seus dias de torcida animalesca. Dois times, como Corinthians e Palmeiras, em dia de clássico, valendo o campeonato. Os ricos contra os pobres, os pretos contra o brancos, o Sudeste contra o Nordeste, os médicos contra os pacientes.

Em outros países de democracia sólida o resultado das eleições, seria no mínimo, respeitado por aqueles que não tiveram sucesso. Mas no Brasil, assim  não será. O lado perdedor, desde o dia dos resultados, já preparou o discurso e começou a campanha. 'Dilma não terminará o governo, porque nós não permitiremos'.

Aqui não faço julgamentos, nem mesmo defesa da presidente Dilma. Se culpada for, que seja punida, inclusive com a perda do mandato. Mas o que preocupa é o discurso pró-impeachment que se instala, única e exclusivamente, por não se admitir o resultado das recentes eleições.

Fico com a seguinte sensação: se não ganha o candidato que queremos, impeachment nele! Partimos, desta forma, para um Brasil que afronta a democracia que tanto defende e diz ter. Parte do país, chega a desrespeitar os votos de cinquenta milhões de pessoas. Votos, que em sua maioria, são de pessoas menos favorecidas. O que reafirma o espírito de desigualdade e propõe um país sem iguais direitos para todos. Faz com que o voto seja diferente entre aqueles que tem dinheiro e aqueles que não tem.

O fazer política ganhou outros significados, é o legítimo toma lá dá cá. Políticos de partidos aliados se revoltam, não por causa das políticas públicas que estão sendo instaladas, mas por que ficaram sem dinheiro para fazer suas manobras estaduais ou perderam cargos e benefícios. A oposição não faz oposição apresentando ideias contrárias ou projetos melhores. Faz oposição para criticar, aparecer na mídia criticando e fazer com que o governo não dê certo. Afinal, é preciso criar munição para a próxima batalha, aqui entende-se próxima eleição.

Os casos de corrupção na maior estatal brasileira são absurdos. mas é importante lembrar que o caso Petrobrás é apenas uma amostra do que acontece pelo Brasil. Não podemos ser ingênuos e acreditar que o que a Polícia Federal nos revela é exclusividade da Petrobrás. Certamente, há casos parecidos em todos os órgãos públicos, sejam eles federais, estaduais ou municipais. E por que não desconfiar, inclusive, do setor privado. Acredite! No Brasil é assim! Muitos criticam o governo, levantam a bandeira de ladrões, mas usam a impressora do trabalho para imprimir o dever de casa do filho.

Também é curioso o tratamento da mídia neste caso, os veículos de imprensa se dizem imparciais, mas desde as eleições escolheram seu lado. E agora, não é diferente, decidiram dar destaque ao caso, como se tudo fosse culpa de uma só. Escolheram uma linha editorial de crítica, de esvaziamento moral, de afundamento da crise, com um discurso pró catástrofe, apocalipse.

É preciso cautela, digo e repito, o que mais preocupa é o desrespeito a um resultado de eleições democráticas. O Brasil escolheu e elegeu uma candidata. É preciso provas para condenar, conclusões precipitadas por um modismo barato e hipócrita não podem permitir a perda de uma democracia que tanto lutamos para conquistar.

Cautela, cautela, cautela!

Dilma Rousseff é reeleita presidente do Brasil


Esta foi, sem dúvida, a disputa mais acirrada desde a redemocratização do Brasil. Com uma diferença de aproximadamente três milhões de votos, Dilma Rousseff (PT) foi reeeleita. Aos 67 anos, Dilma venceu no segundo turno o adversário do PSDB, Aécio Neves. O resultado foi confirmado pelo sistema de apuração do TSE às 20h27min53, quando 98% das urnas estavam apuradas e não havia mais possibilidade matemática de virada.

Ao final de uma campanha eleitoral marcada por ataques mútuos entre as campanhas do PT e do PSDB, a presidente reeleita disse que quer governar “da forma mais pacífica e democrática”. Ela destacou que está disposta a abrir um grande espaço de diálogo com todos os setores da sociedade para buscar soluções para os principais problemas do país.

O TSE concluiu a apuração às 0h13. Com 100% das urnas apuradas, Dilma teve 54.501.118 votos (51,64%) e o tucano, 51.041.155 votos (48,36%).

Veja os números:



(Infográficos: UOL)

A visita de Obama ao Brasil

Pindamonhangaba /SP

Obama e Michelle deixam o Brasil rumo ao Chile (Foto: Marcelo Justo/Folhapress)

Podemos dizer que a visita do presidente norte-americano foi positiva. De um lado Obama foi educado com nosso povo e de outro o tratamos com gentileza. Por mais que tenhamos visões contrárias em diversos casos, respeito e educação nunca é demais, ao contrário, faz bem e fomenta a democracia mundial.

Os discursos, na teoria, nos mostram uma nova visão dos EUA frente ao Brasil. Imagina-se que Obama não nos vê mais como o quintal do mundo. No entanto, acredito que precisamos tomar cuidado com estas palavras proferidas com entusiasmo pelo presidente norte-americano. Para que tudo se confirme é preciso que fatos tornem-se realidade, que premossas sejam cumpridas. Algo que Obama ainda não sabe fazer muito bem. Afinal mais de 80% do que prometeu em sua campanha não conseguiu cumprir.

Um certeza ficou, hoje temos uma economia estável e somos indispensáveis no mundo. Ou seja, para que se consiga fazer relações comerciais no mundo é preciso conversar e formatar parcerias com o Brasil. E para isso será preciso abrir mão de taxas, impostos, etc. Como já disse não somos mais o quintal do mundo, um país necessitado de qualquer negócio. Hoje temos condições de exigir cláusulas nos contratos.

Os acordos bi-lateráis assinados são fracos, imagino que tenham sido mais festejados no Brasil do que nos EUA. Mas talvez sejam os primeiros passos para relações amistosas em um futuro breve com aquela que já foi a soberâna ecoomia mundial. Destaque também para a presidente Dilma que conduziu a visita com elegãncia e se impôs para Barack Obama, mostrando-se capaz de estar a frente de um governo como o nosso.

PLANTÃO: Dilma Rousseff assume a presidência da República Federativa do Brasil

Pindamonhangaba /SP

Foto: Paulo Whitaker/Reuters
Hoje, 01 de janeiro de 2011, depois do almoço em família nos reunimos para assistir o registro de um fato histórico. Pela primeira vez uma mulher governará o Brasil. E ela será Dilma Rousseff, que foi eleita, em segundo turno, no dia 31 de outubro de 2010, com mais de 55 milhões de votos ou 56% das intenções. Confesso que fui um militante da campanha de Dilma, por este motivo desejo a ela capacidade para que consiga dar sequencia ao trabalho de Lula. Que continue governando em prol do povo e também em parceria com os empresários, para que o emprego se sustente e os brasileiros tenham condições de conitnuar na luta por melhores condições financeiras.

Desejo a nossa presidenta saúde para enfrentar os desafios que se apresentam diante das responsabilidades que passa a carregar. Que suas promessas pela liberdade de imprensa e opinião não sejam discursos proferidos para agradar ou cumprir protocolos. A foto acima é histórica e ao mesmo tempo significativa. O mais popular dos líderes brasileiros deixa o cargo para quem escolheu ser sua sucessora, atrás um fotógrafo. Talvez nosso colega seja um funcionário da presidência, mas aqui ele nos representa. A impresa junto dos lideres, mediando diálagos entre a sociedade e quem a governa.
Dilma Rousseff foi empossada neste sábado (1º) como presidente da República. Nos dois discursos que proferiu - no Congresso Nacional e no Parlatório do Palácio do Planalto - a nova presidente reafirmou o compromisso de combater a miséria e erradicar a pobreza. Falou também em mudanças no sistema de impostos e fez um aceno à oposição.

Segundo ela, a luta "mais obstinada" do novo governo será "a erradicação da pobreza extrema e a criação de oportunidades para todos".