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Cérebro de uma criança de 11 anos, e o corpo de um senhor de 55

Pindamonhangaba /SP
Esta reportagem exibida pelo Jornal Nacional pode parecer para alguns algo bizarro ou irrelevante. Mas na verdade ela é mais um exemplo de histórias de vida, diferentes da nossa, que existem pelo mundo. É bom saber que apesar das dificuldades existe o sonho, a vontade de seguir em frente e principalmente a fé em poder continuar vivo. Que para nós estas imagens transformem-se em uma lição de vida.

Jornalista Armando Nogueira morre no Rio aos 83 anos

Pindamonhangaba /SP
Aqui nossas homenagens à Armando Nogueira!


O jornalista Armando Nogueira, criador do "Jornal Nacional", morreu hoje no Rio aos 83 anos. Segundo informações da Globo News, ele morreu em casa, na Lagoa, vítima de um câncer no cérebro, diagnosticado em 2007.

Globo detona com Edir Macedo e Record

Pindamonhangaba /SP
Com prazer assiti ao JN e vi Fátima e Willian com uma reportagem de 10 minutos acabando com a reputação e a moral de Edir Macedo, pastor, fundador da Universal e dono da Rede Record de Televisão. Como é possível deixar uma emissora resultado de abusus financeiros continuar no ar? Eles vendem terreno no céu! Tremendo absurdo! Vendo com detalhes umas das melhores reportagens que já acompanhei no JN, percebi um detalhe e gostaria de compatilhar com vocês. Recentemente Gugu assinou com a Record, de presente ganhou um jatinho para percorrer o Brasil e fazer suas matérias assitencialistas. Engraçado... o jatinho de Gugu é do tio Edir, jatinho este que aparece na reportagem do JN e que segundo apura-se foi comprado de forma irregular, ou seja, com dinheiro desviado dos dízimos. A história do PCC com Gugu ainda não foi esclarecida, certo? Ninguém sabe o que de fato aconteceu. Portanto, permitam-me fazer análises, Gugu foi para o lugar certo. Ao lado das _______CENSURADO_________________.



Detalhe para o jatinho...

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Fabricio Oliveira
jornalista
fabriciofbo5@gmail.com

Artigos publicados pelo Observatório da Imprensa

Pindamonhangaba /SP

Caros leitores,

dois novos artigos, de minha autoria, foram publicados nesta terça-feira pelo site Obervatório da Imprensa. Para ler basta clicar nas imagens. O primeiro trata-se de uma discussão entre a mídia e a Igreja Católica (o texto publicado é diferente do já postado aqui no blog, apesar de ambos terem o mesmo nome 'Entre a cruz e os tempos". O segundo refere-se a reestréia do JN na última semana. A todos uma boa leitura.

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Fabricio Oliveira
jornalista
fabriciofbo5@gmail.com

A reestreia do JN foi mal

Pindamonhangaba /SP
Na semana em que a Rede Globo estreou uma nova grade para 2009, o seu principal telejornal mostrou-se deficiente quando o assunto refere-se a inovação.

Tudo deu-se início em uma tarde de domingo quando Faustão apresentou uma versão genérica do Oscar. William Bonner e Fátima Bernardes foram os responsáveis por levar a audiência do “Domingão” as novidades do jornalismo. Em resumo outras mídias como o celular e a internet ganharão mais espaço na grade do departamento. O JN, por exemplo, terá uma escalada especial para quem optar por assistir ao jornalístico por um telefone móvel.

O problema é que quando o Jornal Nacional entrou no ar na noite de segunda-feira para sua reestreia anual os problemas começaram a aparecer. Os apresentadores atrapalharam-se com o jogo de câmeras, o improviso no uso das palavras resultou em frases desconexas, os entrevistados ao vivo não tinham tempo para responder.

Problemas que não apareceram apenas em um dia, mas durante toda a semana. Erros que nos fazem pensar a respeito do modelo que é exemplo para todas as emissoras deste país. Erros que nos fazem refletir a respeito de profissionais que talvez não estejam preparados para enfrentar um novo jornalismo. Aquele que conversa com o telespectador, que é mediador entre o governo e seus governados.

Seria um deslise no padrão Globo de qualidade ou seria uma tentativa desastrosa de tentar mudar um modelo engessado, no qual os âncoras, jornalistas, apresentadores leem aquilo que planejaram e reescreveram durante todo o dia. Em nenhum momento discutimos a importância profissional de Bonner e Fátima, ao contrário, reconhecemo-os como grandes escritores da história do jornalismo brasileiro.

Situações justificáveis? Talvez. Mas o Jornal Nacional é para muitos a principal fonte de informação. O que o faz ter responsabilidade.

Em qualquer aula de TV aprendemos que a estrutura regular de um telejornal resume-se em apresentar primeiro os fatos mais importantes do dia, em seguida surgem as matérias sobre cotidiano, esporte, comportamento, etc. É certo também que esta estrutura pode variar, não é regra para nenhuma emissora. Mas para o JN deveria ser. Com a responsabilidade que tem chega a ser inaceitável dar início ao jornal mais importante do Brasil mostrando imagens de um zoológico na África. Principalmente no dia em que Barack Obama abriu um diálogo histórico com Cuba.

Para tudo o que vale é ter bom senso. Portanto esperamos que a equipe do JN pense sobre sua nova fórmula, de modo a corrigir os insistentes deslises da última semana.
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Fabricio Oliveira
jornalista
fabriciofbo5@gmail.com