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Dilma Rousseff é reeleita presidente do Brasil


Esta foi, sem dúvida, a disputa mais acirrada desde a redemocratização do Brasil. Com uma diferença de aproximadamente três milhões de votos, Dilma Rousseff (PT) foi reeeleita. Aos 67 anos, Dilma venceu no segundo turno o adversário do PSDB, Aécio Neves. O resultado foi confirmado pelo sistema de apuração do TSE às 20h27min53, quando 98% das urnas estavam apuradas e não havia mais possibilidade matemática de virada.

Ao final de uma campanha eleitoral marcada por ataques mútuos entre as campanhas do PT e do PSDB, a presidente reeleita disse que quer governar “da forma mais pacífica e democrática”. Ela destacou que está disposta a abrir um grande espaço de diálogo com todos os setores da sociedade para buscar soluções para os principais problemas do país.

O TSE concluiu a apuração às 0h13. Com 100% das urnas apuradas, Dilma teve 54.501.118 votos (51,64%) e o tucano, 51.041.155 votos (48,36%).

Veja os números:



(Infográficos: UOL)

Proselitismo eleitoral disfarçado de jornalismo

Nota oficial da FENAJ (Federação Nacional dos Jornalistas)

Não confundam liberdade de expressão, com libertinagem de expressão. Ok?


Diante da cobertura jornalística realizada neste segundo turno das eleições presidenciais e de casos de censura e pressões a jornalistas, a Federação Nacional do Jornalistas (FENAJ) vem a público alertar a sociedade brasileira sobre a farsa praticada por muitos veículos de comunicação, que fazem proselitismo eleitoral disfarçado de Jornalismo.

Estamos num momento importante de consolidação da democracia brasileira, em que a informação é um bem público indispensável aos cidadãos e cidadãs para a definição do voto. Infelizmente, com o objetivo indisfarçável de beneficiar um dos candidatos, muitos veículos de comunicação – entre eles os principais jornais e revistas de circulação nacional e os principais grupos de rádio e TV – abdicaram do Jornalismo como atividade de produção e veiculação de informação isenta, plural e ética.

Como entidade maior de representação dos jornalistas brasileiros, a FENAJ alerta para o perigo das notícias tendenciosas, das denúncias sem provas, das análises esvaziadas de dados e cheias de opiniões, das reportagens que buscam nexos inexistentes e das pesquisas eleitorais que, lembramos, tiveram sua credibilidade abalada pelos resultados do 1º turno das eleições.

Reafirmamos, mais uma vez, a importância do Jornalismo e sua possibilidade de realização tendo em vista o interesse público. Ressaltamos que os veículos de comunicação poderiam fazer a opção de declarar apoio a uma candidatura, o que é prática comum em outros países do mundo. Ainda assim, não deveriam abdicar dos princípios teóricos, técnicos e éticos do Jornalismo para beneficiar um candidato. A opção, entretanto, é por afirmar uma falsa neutralidade e por abrir mão do Jornalismo para enganar a sociedade.

Por fim, a FENAJ repudia as ações de pressão, intimidação e repressão aos jornalistas, que são penalizados justamente por defenderem o Jornalismo como atividade garantidora do direito da sociedade à informação. Igualmente, esta Federação repudia a postura dos que não diferenciam a prática e linha editorial das empresas de comunicação do exercício profissional e responsável do jornalismo.

Conclamamos os jornalistas e o conjunto da sociedade brasileira a dizer não ao autoritarismo e a todas as formas de cerceamento à liberdade de expressão e à liberdade do voto.

Diretoria da Federação Nacional dos Jornalistas.
Brasília, 20 de outubro de 2014.

"Seja bem vinda ao meu reino, pequena princesa"

A frase título deste post é cercada de ironia e não poderia ser diferente, diante dos atuais fatos. Antes de algumas considerações, gostaria de convidá-los para assistir a um vídeo e para ver uma imagem.


Marina Silva declara apoio á Aécio Neves no segundo turno
A decisão de Marina Silva (PSB) em apoiar o candidato Aécio Neves (PSDB) e ainda participar da campanha do tucano no segundo turno destas eleições de 2014 é o mais perfeito exemplo da política brasileira - o pior dos mundos - Que todos são farinha do mesmo saco. A propósito, há quem diga que estes partidos que, hoje, disputam as eleições presidenciais, não são os piores da política brasileira, e sim, o que temos de melhor.

É de se lamentar tamanho contrassenso. Há exceções políticas, mas são raras. Na disputa pelo poder, Marina deixou a mensagem de que vale tudo. Peço licença, para os que pensam de forma diferente, mas quem um dia representou 'mudança' e o 'futuro' mostrou-se incapaz, definitivamente, de um dia querer governar um país como o Brasil.

Ser político não é aliar-se por conveniência. Ser político é mostrar-se com caráter e valores. É uma pena que Marina já derrubou os alicerces de um muro que tentou construir.
“Vejo no documento assinado por Aécio mais um elo no encadeamento de momentos históricos que fizeram bem ao Brasil e construíram a plataforma sobre a qual nos erguemos nas últimas décadas. Votem no Aécio”, disse Marina Silva, em ato com Aécio Neves, em 17/10/14.
Sinceramente, lamento! 

Um resumo reflexivo das eleições

Então, deixa ver se entendi?

O candidato comete crime eleitoral ao jogar 'santinhos' no chão. Mas... se ele ajuda a limpar, depois de constatar sua derrota, está tudo certo. E ainda recebe elogios.

Queremos políticos que tenham práticas honestas. Mas... achamos 'divertido' e até desafiador o selfie com as urnas. Outro crime eleitoral.

Levantamos a bandeira do 'fora Feliciano'. Mas... centenas de votos são confiados à políticos 'palhaços' ou homofóbicos.

Queremos alternância de poder. Mas... continuamos com o mesmo governador, de forma intocável.

A tão esperada mudança será resultado de uma escolha, entre o sujo e o mal lavado.

Na festa da democracia, a intolerância e o preconceito com o voto contrário foram destaque.

A candidata que ficou com a medalha de bronze fez, durante a campanha, duros discursos de oposição. Mas... no 2º turno será aliada 'do mais do mesmo'.

No Brasil das redes sociais, defender modismos ou candidatos elitistas transformou-se em ferramenta de autopromoção.

No Brasil das manifestações, sair às ruas transformou-se em espetáculo com ações praticas vazias.

No Brasil das Eleições revolucionárias, escolher os mesmos de sempre virou sinônimo de mudança.

Ok, então entendi!

Eleições 2014 - o novo Congresso Nacional

O Congresso Nacional é formado pelo Senado e também pela Câmara dos Deputados Federais. Desta forma, é importante conhecer a representatividade de cada partido. Confira alguns infográficos que trazem esta nova realidade.

Fonte: Ig e G1



Infográfico mostra quantos senadores cada partido terá a partir de 01 de janeiro de 2015.


Veja quem entra e quem deixa o Senado:

Acre, entra Gladson Cameli (PP) e sai Aníbal Diniz (PT)
Alagoas, Fernando Collor (PTB) se reelege*
Amapá, entra Davi Alcolumbre (DEM) e sai José Sarney (PMDB)

Dilma e Aécio se enfrentam no 2º turno das Eleições 2014

Confira o mapa completo dos resultados das Eleições 2014 (1º turno - 05/10/2014)!
Em breve, publicaremos a nova composição, em detalhes, do Congresso Nacional.
Para ampliar, clique nas imagens.
Imagens do site UOL





O futuro do Brasil em nossas mãos

Cerca de 143 milhões vão às urnas no próximo domingo

Com informações da Agência Brasil e TSE
Para ter acesso aos locais de votação em Pindamonhangaba atualizado, clique aqui.


A frase ‘o futuro do Brasil está em nossas mãos’ já se transformou em um lugar comum. Perdeu sua força de significado. Mas em períodos como o que iremos viver no próximo domingo, essa frase deveria ser regatada em sua essência. Afinal, em um país democrático, que escolhe seus representantes por meio do voto, as eleições são as melhores alternativas para mudar os rumos. E assim deveria ser no Brasil. Alguns exemplos o mundo já nos deu, nestas últimas décadas.

Chegou a hora de decidir o nosso futuro. Chegou a hora de escolher nossos representantes pelos próximos quatro anos. Iremos às urnas neste domingo, 05 de outubro de 2014, para escolher àqueles que irão nos representar no Congresso Nacional, no comando do Estado e no comando do Brasil. Mas lembre-se ele deve te representar, portanto, escolha àquele que esteja alinhado às suas convicções.

Desde junho do ano passado, quando milhões saíram às ruas fazendo reivindicações, o país passou a viver momentos de incertezas, ora por vinte centavos, ora por mudanças mais significativas em todos os âmbitos da política.

Mas como realmente mudar o Brasil? Talvez essa seja a famosa pergunta que vale alguns milhões de dólares. Mas, uma certeza já temos. É preciso começar por cada um de nós. É preciso construir uma sociedade, cidadãos mais cidadãos, no sentido literal da palavra.

Não há como mudar um país, quando não mudamos em maioria, seu povo, sua gente. Não há como mudar o Brasil se novas gerações forem construídas com alicerces preconceituosos, radicais, ditatoriais, interesseiros. É preciso fazer com que a palavra FIM que aparece ao término da votação, represente, na verdade, um novo começo.

O futuro do Brasil está em nossas mãos! Faça sua parte, seja brasileiro! Escolha de forma consciente seu representante! Ao todo, de acordo com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) participam destas eleições 28.998 candidatos. Sendo que 70,15% são homens. Cerca de 45% dos candidatos tem ensino superior completo e 1% declarou que apenas lê e escreve.

Confira as propostas dos candidatos à Presidência para comunicação

Conteúdo publicado pelo site Comunique-se, com base em informações da Agência Brasil! Originalmente aqui.

Entre as propostas apresentadas pelos candidatos à Presidência da República para o setor de comunicação, a prioridade se refere à ampliação do acesso à internet e à melhoria da qualidade desse serviço em todo o país. A universalização da rede nas escolas brasileiras também aparece com algum destaque, assim como a transparência e a divulgação de informações do governo via rede mundial de computadores.

Confira as propostas dos candidatos à Presidência para comunicação:

Aécio Neves (PSDB)

Promete expandir a infraestrutura de comunicação no país e o acesso dos brasileiros à internet de qualidade e com custo compatível, garantindo o acesso gratuito quando necessário, em especial para atividades de cunho social e inclusivo. Ele afirma que vai estimular as iniciativas de produção do conhecimento em rede. O candidato tucano destaca que fará melhorias na infraestrutura para melhor prestação de serviços públicos como o da telefonia e vai apoiar a modernização dos equipamentos escolares, incluindo a instalação de bibliotecas e laboratórios, computadores e acesso à internet. Outra promessa é utilizar a tecnologia da informação e comunicação para inspirar a formação de agentes de transformação social e incentivar o desenvolvimento de tecnologias que gerem novas expectativas de vida às pessoas com deficiência.

Dilma Rousseff (PT)

Promete universalizar o acesso ao serviço de internet barato, rápido e seguro. Segundo ela, serão feitos investimentos para expandir a infraestrutura de fibras óticas e equipamentos de última geração, o uso da internet como ferramenta de educação, lazer e instrumento de participação popular. Dilma garante a implementação do Marco Civil da Internet. Ela destaca a regulamentação como uma das mais avançadas do mundo e lembra que o Marco Civil garante aos usuários a liberdade de expressão, o respeito aos direitos humanos e à privacidade dos cidadãos, assegurando a neutralidade da rede. A candidata à reeleição destaca que a internet tem de ser um espaço aberto à liberdade de expressão, à inovação e ao desenvolvimento social e econômico do país. Dilma Rousseff destaca que vai priorizar o uso da internet a partir do programa Governo Digital para que o cidadão acompanhe, com facilidade e transparência, a destinação dos recursos públicos.

Não vamos discutir políticos e partidos, ok?

Acho que esse não é o momento para se discutir política [no sentido processo eleitoral]. Até porque, estamos vivendo um período peculiar, onde o desrespeito com a opinião contrária é algo muito latente. Mas muito se vê e se lê nas redes sociais, sobre as entrevistas do Jornal Nacional (TV Globo), com os candidatos à presidência. Confesso que fiquei surpreso com o tom escolhido para as 'sabatinas', ao mesmo tempo, acho que perguntas que incomodam devem ser feitas, já que neste momento, o mais importante é a imparcialidade.

Agora, penso também que desmontar psicologicamente um candidato para conseguir polêmicas ou deixá-lo em ruins lençóis não seja uma prática adequada, do que entendo, por ser, 'fazer jornalismo'. Os candidatos foram convidados para serem atacados ou para responder sobre projetos de campanha? É claro que quem é contra, comemora. Mas é preciso ter cuidado. Não vale tudo! Antes de tudo, respeito não ao candidato, mas àquele que é seu entrevistado.

Digo e reafirmo, minhas opiniões políticas serão, neste período eleitoral, reservadas a minha intimidade. Diante deste contexto é importante que os feitos e mal feitos dos nossos candidatos à presidência sejam apresentados à eles. Mas também é importante que nossos amigos jornalistas saibam fazer isso de forma 'mais profissional'. Minha mãe desde cedo ensinou, não é o que você diz filho, mas sim a forma como diz.

Por que perguntar algo já respondido à exaustão? Ou ainda, por que preferir a agressividade, à escolha de palavras mais assertivas que poderiam transmitir o mesmo desejo por respostas? Para mostrar serviço? Criar polêmica? Ganhar a fama de durão e mal? Nós estamos do lado do povo! Nós somos corajosos! Nós podemos e fazemos! Nós estamos aqui para confrontar mesmo! etc... etc... etc... Por que dar ao processo eleitoral a sensação ainda maior de guerra, ao fazer entrevistas 'violentas'?

Muitos podem dizer que sou um nada fazendo críticas a um 'jornalista' da TV Globo. Cabe dizer que Bonner não é jornalista por formação. E sim, por experiência. Tem diploma de publicitário. Sou jornalista graduado, tenho meu diploma, tenho o meu espaço e tenho certeza que a Constituição me garante este momento de discordância aos trabalhos dos nobres colegas.

Escolhi o blog para externar minha opinião, pois meu objetivo não é criar polêmica e nas redes sociais isso seria fagulha de pólvora. Talvez não concorde com muitos. Mas respeito as opiniões contrárias.

Morre, vítima de um acidente aéreo, o candidato à presidência da República em 2014, Eduardo Campos (PSB)

O candidato do PSB à Presidência, Eduardo Campos, morreu aos 49 anos em um acidente com um avião na manhã desta quarta-feira, 13 de agosto de 2014, em Santos (72 km de São Paulo).

O avião modelo Cessna 560XL, prefixo PR-AFA, vinha do Rio de Janeiro e tinha sete pessoas a bordo. Além de Campos, morreram os pilotos Geraldo Cunha e Marcos Martins, o assessor de imprensa Carlos Augusto Leal Filho, o fotógrafo Alexandre Gomes e Silva e ainda Pedro Valadares Neto e Marcelo Lira. Chovia e ventava no momento do acidente.

O aparelho caiu entre as ruas Alexandre Herculano e Vahia de Abreu, no bairro do Boqueirão, na zona leste de Santos.

"Quando se preparava para pouso, o avião arremeteu devido ao mau tempo. Em seguida, o controle de tráfego aéreo perdeu contato com a aeronave. A Aeronáutica já iniciou as investigações para apurar os fatores que possam ter contribuído para o acidente", diz a nota, assinada pelo brigadeiro do ar Pedro Luís Farcic, chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica.


Imagens do local do acidente:

Análise: 'Marina decepciona', afirmam especialistas

Amigos, confesso que ainda não tive tempo de parar para fazer uma análise sobre a atual situação política do Brasil. Principalmente sobre os fatos envolvendo a ex-senadora Marina Silva. Lendo alguns artigos e algumas análises encontrei um texto que traz muito do que penso. E resolvi publicá-lo aqui. O material está disponível, originalmente, no site IG. Confira!