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EBOLA - Entenda o que é, como surgiu e quais são os sintomas e tratamentos


O assunto já ganhou destaque nos jornais e na televisão dos brasileiros e já causa sensações de pavor em muitos países do mundo, inclusive nos Estados Unidos. Trata-se do vírus Ebola, que de acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), se não for controlado com agilidade, poderá, em pouco tempo, comprometer a saúde mundial. 

Ebola é uma febre grave do tipo hemorrágico transmitida por um vírus do gênero Filovirus, altamente infeccioso, que desenvolve seu ciclo em animais. A primeira vez que o vírus Ebola surgiu foi em 1976, em surtos simultâneos em Nzara, no Sudão, e em Yambuku, na República Democrática do Congo, em uma região situada próximo do Rio Ebola, que dá nome à doença. Morcegos frutívoros são considerados os hospedeiros naturais do vírus Ebola. A taxa de fatalidade do vírus varia entre 25 e 90%, dependendo da cepa.

Primeiramente, o vírus Ebola foi associado a um surto de 318 casos de uma doença hemorrágica no Zaire (hoje República Democrática do Congo), em 1976. Dos 318 casos, 280 pessoas morreram rapidamente. No mesmo ano, 284 pessoas no Sudão também foram infectadas com o vírus e 156 morreram.

Arquivo: 'Ser criança'

Texto, originalmente publicado aqui no blog em 09/10/13

Neste próximo dia 12 de outubro o Brasil se une para celebrar duas importantes datas. Nossa Senhora Aparecida, a padroeira do Brasil, recebe homenagens e as crianças ficam felizes com os presentes.

Não há dúvidas de que a infância é uma das melhores fases da vida. Passamos por ela sem compromissos, felizes, sem perceber os problemas enfrentados por nossos pais. Às vezes não muito ligados aos estudos. Caindo, levantando, aprendendo a dar os primeiros passos, batendo de frente com os ‘amiguinhos’ e com as primeiras opiniões contrárias. Como é bom lembrar-se da primeira vez andando de bicicleta sem rodinhas, por exemplo. Você, caro leitor, já parou para pensar quais foram os momentos da sua infância que mais marcaram sua vida?

Irã pode cancelar acordo caso as sanções sejam aprovadas na ONU

Pindamonhangaba /SP
Os EUA e os países europeus não queriam o acordo com o Irã. Como maltratar ou sancionar aquele que está a sua altura socialmente no mundo? É preciso estabelecer hierarquias. Como vamos dizer que somos poderosos se não temos quem atacar? Aproveito para usar as palavras do presidente Lula na tarde de hoje em Brasília para confirmar esta minha opinião. Segundo Lula “tem gente que não sabe fazer política se não tiver inimigo”. 
Há quanto tempo vocês vêem essa briga entre Irã e conselho da ONU, os Estados Unidos e o Irã. O que eles queriam? Que o Irã sentasse e fizesse um acordo. Fomos ao Irã e conseguimos depois de 18 horas de reunião que o Irã fizesse aquilo que o Conselho de Segurança queria que fosse feito há seis meses. E é engraçado que muitas pessoas não gostaram que o Irã aceitasse o acordo”, criticou. 
Para Lula, o Irã era “demonizado” pelas potências internacionais, mas depois de o país ter se disposto a negociar, os países desenvolvidos caminham para a rejeição do diálogo. “A verdade é que o Irã, que era vendido como demônio, resolveu sentar na mesa de negociações. Quero ver se os outros vão cumprir aquilo que queriam que o Irã fizesse”, disse.
Em resposta ao progresso das conversas no Conselho de Segurança da ONU, o Irã afirmou que caso as sanções contra o programa nuclear iraniano sejam aprovadas, o país pode cancelar o acordo firmado com a Turquia e o Brasil, disse hoje o parlamentar Mohammad Reza Bahona, em Teerã.

Brasília e Ancara mediaram um acordo nesta semana em que o Irã concordou em enviar parte de seu urânio de baixo enriquecimento ao exterior em troca de combustível para um reator de pesquisa médica. A primeira leva está programada para chegar na Turquia dentro de um mês.