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Entre G1 e R7, surge o ROUBA 7

Pindamonhangaba /SP

O grupo de comunicação liderado pelo bispo Edir Macedo lançou no último domingo o portal R7. Não há como negar que o novo investimento é mais uma cópia descarada do G1, canal de notícias do Globo.com. Para se ter uma idéia foram gastos cerca de R$100 milhões na implatação do R7, ao todo são 300 funcionários, sendo 150 só de jornalistas.

Daniel Castro que foi atacado durante a programação da TV Record deixou a Folha de S. Paulo e agora escreve no portal do Bispo. Alguns acham que os altos índices de acesso devem cair nos próximos dias, já que a qualidade editorial e a credibilidade não chegam aos pés do G1. Outros não gostam da cópia e não a veem como brincadeira. Surge na internet um novo site, o ROUBA 7, que faz comparações irônicas. Em meio a esta guerra a certeza é uma só, quem faz da verdade seu lema, sempre conquistará reconhecimento, sucesso e credibilidade.

Se a curiosidade aparecer visite o www.rouba7.com

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Fabricio Oliveira
jornalista
fabriciofbo5@gmail.com

GLOBO x RECORD: Emissora de Edir Macedo compra "Muto Além do Cidadão Kane"

Pindamonhangaba /SP

A Record fez uma aquisição interessante: comprou o documentário "Muito Além do Cidadão Kane" ("Beyond Citizen Kane"). A emissora fechou o negócio nesta semana, mas já havia tentado adquirir os direitos de exibição para TV brasileira nos anos 90. Segundo apurou a Folha Online, o material saiu por menos de US$ 20 mil para a emissora do bispo Edir Macedo.

Eu tive a oportunidade de assistir a este documentário na faculdade, cópia pirata, já que o material foi censurado no Brasil.

Transmitido pela primeira vez em 1993, no Reino Unido, "Muito Além..." mostra o empresário Roberto Marinho (1904-2003) como ícone da concentração da mídia no Brasil --daí a referência a Charles Foster Kane, magnata das comunicações vivido pelo cineasta Orson Welles em "Cidadão Kane" (1941).

Simon Hartog, diretor da obra, morreu em 1992, antes de o trabalho ser exibido. Seu produtor e braço-direito era John Ellis, que se tornou a partir daí o responsável pelo projeto. Ellis deteve, até o começo dessa semana, o direito de exibição do filme em TV aberta no Brasil, agora na mão da Record.

Mesmo legendado de forma capenga, o documentário se transformou num "hit" no país antes da internet ser o que é hoje, ou seja, circulava em VHS. Custou cerca de US$ 260 mil [R$ 445 mil] à extinta empresa Large Door, na qual Hartog e Ellis eram sócios.

A produtora independente fez o longa para o canal britânico Channel 4, responsável por sua transmissão (a BBC nunca teve qualquer ligação com a produção, diferentemente do que a própria Record insiste em divulgar). Curiosidade: uma das maiores audiências do Channel 4 é o "Big Brother", também carro-chefe da Globo.

Um detalhe: você não precisa arrecadar uma graninha dos mais necessitados e pagar U$ 20 mil para assistir o documentário. Veja aqui no blog;








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Fabricio Oliveira
jornalista
fabriciofbo5@gmail.com

Veja publica matéria 'explosiva' sobre Universal e Record

Pindamonhangaba /SP

Leia alguns trechos da reportagem:
A todos a igreja oferece consolo e, muitas vezes, também uma porta de saída para escapar do vício, do crime e da solidão. Mas cobra caro por isso. Baseada numa particular Teologia da Prosperidade, a Universal, fundada e chefiada pelo bispo Edir Macedo, prega que a maior expressão da fé são as oferendas de dinheiro à igreja (e também de carros, casas e cheques pré-datados). A ideia de que "quanto mais se doa, mais Deus dá de volta", levada ao paroxismo pela eloquência dos bem treinados pastores da Universal, já fez com que almas crédulas arruinassem seus casamentos, suas finanças, suas vidas.
Com base numa investigação de dois anos, o MP afirma que Macedo e seu grupo converteram-se em uma organização criminosa ao usar as doações de fieis para engordar seu próprio patrimônio - no caso do bispo, nada desprezível. Além de dono de 90% da TV Record, Macedo e a mulher, Ester Eunice Rangel Bezerra (ela dona dos outros 10% da emissora, segundo aparece no contrato de concessão) têm uma coleção de imóveis que incluem, apurou VEJA, dois apartamentos em condomínios de luxo em Miami, nos Estados Unidos.
Em 1997, uma auditoria da Receita Federal sobre as contas da Universal produziu um relatório defendendo que ela perdesse a imunidade fiscal, uma vez que a igreja vinha fazendo uso do benefício para ganhar dinheiro. Com base no documento, tramita na Justiça Federal desde 1997 um processo em que o Ministério Público Federal tenta cancelar a concessão da Rede Record ao bispo Macedo. O MP diz que, embora o contrato esteja em nome de pessoas físicas (dele e de sua mulher), a TV teria sido comprada com dinheiro de pessoa jurídica, a Igreja Universal, o que é vedado por lei.
Na semana passada, o profano e o religioso se confundiam na programação da Rede Record. No horário nobre, o Jornal da Record reagiu às denúncias contra Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, por meio de reportagens que atacavam o Ministério Público e a concorrente Globo. De madrugada, um programa da própria igreja veiculado na emissora, o Fala que Eu Te Escuto, repetia as mesmas reportagens à exaustão. É mais uma evidência de que, a despeito das afirmações de independência da emissora, Universal e Record são metades inseparáveis de um só organismo.
Pessoas ligadas à igreja ocupam a maioria dos cargos de direção da emissora. A Universal repassa anualmente à Record montantes crescentes de recursos - foram 240 milhões de reais em 2006, 320 milhões em 2007 e 400 milhões em 2008. Pertencem a ela, ainda, alguns dos principais imóveis onde a Record está sediada. Boa parte das regalias de seus executivos não sai do caixa da própria emissora: na semana passada, VEJA constatou que um deles mora num imóvel pertencente à Cremo, uma das empresas do esquema de lavagem de dinheiro denunciado pelo Ministério Público.
A comunhão espiritual entre Record e Universal também se dá pela via contrária: a igreja se utiliza fartamente dos recursos e do material produzido pela emissora. Num dos QGs de Edir Macedo - o templo localizado na Avenida João Dias, em São Paulo, onde ele e seus principais auxiliares moram quando estão na cidade -, carros de reportagem da emissora ficam à disposição dos bispos. As equipes do Fala que Eu Te Escuto utilizam equipamentos da Record para produzir entrevistas nas ruas - e seus repórteres exibem o microfone com logotipo da rede. Nos bastidores da emissora, artistas e jornalistas reclamam de ver suas atrações na Record serem recicladas no programa dos bispos - sem ganhar adicional de salário por isso.

Atenção! Nosso blog abre espaço para publicidade...

Pindamonhangaba /SP
Imagem da internet
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Fabricio Oliveira
jornalista
fabriciofbo5@gmail.com

Globo detona com Edir Macedo e Record

Pindamonhangaba /SP
Com prazer assiti ao JN e vi Fátima e Willian com uma reportagem de 10 minutos acabando com a reputação e a moral de Edir Macedo, pastor, fundador da Universal e dono da Rede Record de Televisão. Como é possível deixar uma emissora resultado de abusus financeiros continuar no ar? Eles vendem terreno no céu! Tremendo absurdo! Vendo com detalhes umas das melhores reportagens que já acompanhei no JN, percebi um detalhe e gostaria de compatilhar com vocês. Recentemente Gugu assinou com a Record, de presente ganhou um jatinho para percorrer o Brasil e fazer suas matérias assitencialistas. Engraçado... o jatinho de Gugu é do tio Edir, jatinho este que aparece na reportagem do JN e que segundo apura-se foi comprado de forma irregular, ou seja, com dinheiro desviado dos dízimos. A história do PCC com Gugu ainda não foi esclarecida, certo? Ninguém sabe o que de fato aconteceu. Portanto, permitam-me fazer análises, Gugu foi para o lugar certo. Ao lado das _______CENSURADO_________________.



Detalhe para o jatinho...

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Fabricio Oliveira
jornalista
fabriciofbo5@gmail.com

A imagem da mentira

Pindamonhangaba /SP

Caros amigos leitores a foto que você vê no início deste post é do programa 'A Fazenda' exibido pela Rede Record. Como se observa o GC do reality, cópia do tradicional BBB, mostra que Franciely é a eliminada da noite com 50% dos votos. Até aí tudo bem, o problema é que esta mensagem apareceu no início do programa quando as votações ainda não tinham terminado. E o pior, Franciely realmente foi a eliminada. Esta imagem só prova o amadorismo de uma emissora que pensa ser quem não é, que vive a custa do bom coração de pobres brasileiros. Lamentável, mais uma vez aqui está a prova da mentira!
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Fabricio Oliveira
jornalista
fabriciofbo5@gmail.com

Virou "Dona Paula", definitivamente perdeu o Padrão!

Pindamonhangaba /SP

Alguns colegas jornalistas me diziam ainda quando estava na faculdade que o mundo cor de rosa da profissão só fica para os que não conseguem se desligar da academia. Viver e suportar o mercado não é uma tarefa fácil. Quanto mais dias se passam, mais me decepciono com profissionais que admirei a vida toda.

A minha mais recente decepção trata-se de Ana Paula Padrão. Excelente profissional, mas mentirosa! Ex-contrata do SBT disse que não gostaria mais de apresentar um telejornal diário e que por este motivo não renovaria seu contrato com a emissora de Silvio Santos. Dias depois anunciou que vai dividir a bancada com Celso Freitas no Jornal da Record.

O problema não está em ir para a Rede Record, cada um faz as burradas que quer. Ana Paula Padrão mentiu? Será salários polpudos fazem tanta diferença, fazem as pessoas mudarem de opinião com facilidade. Ou será que "não quero apresentar jornal" foi apenas uma desculpa.

Eu sinto pena de pessoas que escolhem trabalhar em lugares cujo os salários são pagos a partir do que arrecadam de pessoas pobres. É triste ver que colegas de profissão se prestam a isso.

Muito feio Dona Ana, faltou e muito Padrão!
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Fabricio Oliveira
jornalista
fabriciofbo5@gmail.com

Uma TV popular ou popularesca

Pindamonhangaba /SP

As grandes emissoras do nosso país preparam para maio uma nova grade de programação. Novos projetos que prometem reconquistar telespectadores que migraram para outras alternativas de entretenimento. Pelo que se fala grandes mudanças serão percebidas no período da tarde, quando uma nova linguagem será apresentada ao público. Linguagem que na verdade nada tem de contemporânea, o que se pretende é resgatar programas populares, talvez popularescos.

Nos anos 2000

No início dos anos 2000 programas policiais e sensacionalistas tornaram-se fenômenos. Como esquecer dos discursos nervosos de Ratinho, das pegadinhas e dos testes de fidelidade de João Kleber, das narrações de perseguições da PM de São Paulo por Datena ou Marcelo Rezende.

No começo os altos índices de audiência puderam ser traduzidos em uma só palavra: sucesso. Mas com o tempo os exageros começaram a ganhar forma e os anunciantes decidiram investir em programas com melhor “qualidade”. Para combater os abusos a Câmara dos Deputados mobilizou, na época, a 'Comissão de Direitos Humanos e Minorias' e criou a campanha Quem Financia a Baixaria é Contra a Cidadania (no rankig de 2008 que lista os piores da TV, a partir das denúncias feitas por telespectadores, o Terceiro Tempo, da Band, foi o programa que recebeu o maior número de denúncias, 1.200, seguido do Pânico, da RedeTV!, com 137).

As 'novidades' para 2009

Apresentadores e diretores declaram em entrevistas que a nova programação tem por objetivo criar intimidade com quem a assistirá. No SBT, por exemplo, Ratinho estará de volta muito mais 'venenoso, feroz' [adjetivos usados pela emissora nas chamadas do novo programa].

No entanto, o novo projeto de Carlos Massa é resultado de uma pesquisa que o SBT encomendou a dois importantes institutos de pesquisa: uma ao Ibope, a outra, à Retrato. Ambas apontaram que o público quer “Ratinho como advogado do povo”. Especula-se que o programa terá 80% de jornalismo, com noticiário, helicóptero, unidades móveis, material de agência etc. Segundo fontes, será “popular, porém decente”.

Outra novidade da emissora de Silvio Santos será Cristina Rocha, que promete surpreender o telespectador. O jeito educado de Regina Volpato no camando do Casos de Família dará espaço a discussões acaloradas, a bate bocas recheados de insultos.

A Rede TV! já segue uma linha 'popular' com o programa da jornalista Sônia Abrão, mas promete intensificar a linguagem nas pautas. A Rede Bandeirantes vai dar um novo cenário a Márcia, que também continuará a dar espaço aos problemas familiares.

Já a Rede Record pretende dar um novo programa a Geraldo Luís (apresentador do jornalístico Balanço Geral de SP). Colunistas de TV afirmam que Geraldo ocupará toda a tarde da emissora com reportagens policiais e inusitadas, quadros de humor e participação efetiva do telespectador.

Popular vs popularesco

Esta nova grade de programação que teremos a oportunidade de acompanhar a partir da próxima semana não conseguirá trazer em sua essência o espírito popular que deu início a este processo nos anos 2000. Não teremos de volta “o povo na TV”, veremos uma busca alucinada por índices de audiência, a qualquer preço. Se for preciso dar close em caixão, darão. Se for preciso quebrar mesas, quebrarão. Se for preciso fazer da TV um ringue, farão.

Acredito que o dicionário é o mais sábio dos livros. Já dizia Cecília Meireles que “o dicionário responde a todas as curiosidades, e tem caminhos para todas as filosofias. Vemos as famílias de palavras longas, acomodadas na sua semelhança, e de repente os vizinhos tão diversos! Nem sempre elegante decentes, mas obedecendo à lei das letras, cabalística como a dos números... O Dicionário explica a alma dos vocábulos: a sua hereditariedade e as suas mutações. E as suas surpresas de palavras que nunca se tinham visto nem ouvido!”. Por este motivo resolvi recorrer a ele, de acordo com Houaiss popular é o mesmo que aquilo que pertence ao povo, a gente comum, feito pelas pessoas simples (as festas folclóricas por exemplo). Já popularesco é aquele que tenta ter caráter popular, que tenta imitar o que é popular (será que nosso povo realmente gosta de brigas, discussões, sensacionalismo?).
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Fabricio Oliveira
jornalista
fabriciofbo5@gmail.com