Confesso que penso muito antes de dar minhas opiniões políticas, pois observo uma falta de tolerância, e as vezes, até mesmo respeito, por parte de vários. Mas também acredito, que em alguns momentos, é preciso se manifestar.
Permitam-me um desabafo...
Não aguento mais receber convites para essa tal manifestação que dizem fazer no próximo domingo. Não aguento mais receber mensagens com a propagação de boatos, com o objetivo de instalar o caos.
Que fique claro. Não sou contra as manifestações, são legítimas e fazem parte do jogo democrático.
Agora, todas às segundas-feiras a Câmara de Pindamonhangaba faz suas sessões ordinárias. E é curioso ver que as galerias estão sempre vazias.
Antes de ficar mandando convite, para algo que nem sabe do que se trata, querendo soluções sem mesmo entender o contexto, ou repassando mensagens para participar da farra e colocar-se como parte de um grupo, vá a todas as sessões da Câmara.
Reclame das bobagens e dos absurdos que nossos vereadores fazem, da mesma forma que reclama dos governos estadual e federal. Que tal cuidar do próprio rabo? Do quintal de casa? Antes de qualquer coisa.
Entenda e acredite. Ao posicionar-se politicamente na sua cidade e ao fazer com que seus vereadores sejam sérios, você estará construindo uma nova geração politica, que no futuro poderá fazer do Brasil um lugar melhor e mais sério. Do que adianta tratar o problema pelo sintoma e não pela causa?
Sair às ruas pedindo o impeachment da presidente, quando por exemplo, temos vereador que usou a máquina pública em benefício próprio e, confessou em rede nacional, é no minimo, curioso.
Primeiro tenha moral política, vá até a Câmara, lote as galerias, faça política com seus vereadores e prefeito. Entenda as atribuições. Não seja fantoche na mão de pseudo lideranças municipais ou partidos, que te usam sem saber, e sem querer saber, quem você é.
Peço licença e respeito aos que pensam de forma contrária.
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Pra quem vai a fatura?
Hoje se viu algo de bom senso. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso está na capa dos jornais dizendo que é possível se admitir uma aproximação com a presidente Dilma. Segundo o texto, se o país pegar fogo, todos se queimam. Outro trecho curioso é que interlocutores dizem que FHC acha que a crise política pode fazer mal ao Brasil e que isso não seria bom para ninguém, principalmente para os brasileiros. Aplausos, uma opinião sensata! #sqn O ex-presidente divulgou uma nota, horas depois, desmentindo a reportagem. Uma pena.
Há mágoas, Lula insiste no nós contra eles e isso ainda dificulta parte das conversas. Mas alguém tem dúvida que essa é a única saída? Diálogo, diálogo e diálogo. Mas cuidado, acordos demais podem dar origem a famosa e perigosa pizza. Do jeito que está, não dá para ficar. Já disse e repito, hoje não se vê no Brasil políticos que são contrários ou a favor a determinados modos ou propostas de governo, o que se vê, são disputas pelo poder.
Queremos dinheiro para aprovar propostas, caso contrário causaremos transtornos ao Planalto. Queremos cargos, caso contrário instalamos a crise. Queremos proteção, caso contrário atacamos as instituições. Eduardo Cunha e Renan Calheiros tentam criar uma força tarefa para desconstruir o Ministério Público Federal. Em outras palavras, porque sou investigado, o MP é de baixa classe.
A Lava Jato apresentou a lista de investigados. Delações premiadas fizeram acusações, mas lembro-me que para uma delação premiada ser aprovada, no mínimo, os delatores deveriam apresentar provas que a justiça consideraria verdadeiras. Pelo que se viu, os depoimentos dos doleiros foram 'verdades' que ainda precisam ser comprovadas. Ou seja, muitas machetes foram dadas como verdades, quando eram acusações. Um perigo!
A conta é de todos. Essa é a leitura dos analistas. A crise política se instala pois os políticos do Legislativo Federal não querem levar a culpa sozinhos. Provavelmente erraram, pois acredito que onde há fumaça, há fogo. Mas o discurso é: "Presidente, o período do governo é do PT, portanto, não vamos pagar essa conta sozinhos". "Todos podem ser investigados, inclusive Dilma", disse Cunha.
Vale o destaque! O senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) será um dos investigados no STF (Supremo Tribunal Federal) por suposta participação no esquema de desvio na Petrobras. Relator do caso na corte, o ministro Teori Zavaski acatou pedido da Procuradoria-Geral da República com o objetivo de apurar se o tucano recebeu cerca de R$ 1 milhão do doleiro Alberto Youssef.
É aguardar para ver! Lembre-se: a melhor forma de defesa é o ataque. Essas investigações no STF devem durar, no mínimo, três anos. Então, se os políticos brasileiros continuarem como crianças, achando que o Brasil é um brinquedo, certamente teremos tempestades pela frente. Agora, se resolverem levar a brincadeira a sério, talvez o sereno possa regar e fazer a nação florescer.
Essa capa do Jornal Extra (07/03/2015) explica de que forma um esquema de corrupção pode causar prejuízos a um país. Triste realidade brasileira.
Estado e sensação pró impeachment!
O resultado das últimas eleições, em 2014, revelou que o Brasil vive uma grande crise de identidade. Daquelas que não sabemos o que queremos e, principalmente, para onde vamos. Um Brasil, literalmente, dividido, por dois candidatos e não por duas propostas de governo, ideologias ou princípios.
Como nos campos de futebol, em seus dias de torcida animalesca. Dois times, como Corinthians e Palmeiras, em dia de clássico, valendo o campeonato. Os ricos contra os pobres, os pretos contra o brancos, o Sudeste contra o Nordeste, os médicos contra os pacientes.
Em outros países de democracia sólida o resultado das eleições, seria no mínimo, respeitado por aqueles que não tiveram sucesso. Mas no Brasil, assim não será. O lado perdedor, desde o dia dos resultados, já preparou o discurso e começou a campanha. 'Dilma não terminará o governo, porque nós não permitiremos'.
Aqui não faço julgamentos, nem mesmo defesa da presidente Dilma. Se culpada for, que seja punida, inclusive com a perda do mandato. Mas o que preocupa é o discurso pró-impeachment que se instala, única e exclusivamente, por não se admitir o resultado das recentes eleições.
Fico com a seguinte sensação: se não ganha o candidato que queremos, impeachment nele! Partimos, desta forma, para um Brasil que afronta a democracia que tanto defende e diz ter. Parte do país, chega a desrespeitar os votos de cinquenta milhões de pessoas. Votos, que em sua maioria, são de pessoas menos favorecidas. O que reafirma o espírito de desigualdade e propõe um país sem iguais direitos para todos. Faz com que o voto seja diferente entre aqueles que tem dinheiro e aqueles que não tem.
O fazer política ganhou outros significados, é o legítimo toma lá dá cá. Políticos de partidos aliados se revoltam, não por causa das políticas públicas que estão sendo instaladas, mas por que ficaram sem dinheiro para fazer suas manobras estaduais ou perderam cargos e benefícios. A oposição não faz oposição apresentando ideias contrárias ou projetos melhores. Faz oposição para criticar, aparecer na mídia criticando e fazer com que o governo não dê certo. Afinal, é preciso criar munição para a próxima batalha, aqui entende-se próxima eleição.
Os casos de corrupção na maior estatal brasileira são absurdos. mas é importante lembrar que o caso Petrobrás é apenas uma amostra do que acontece pelo Brasil. Não podemos ser ingênuos e acreditar que o que a Polícia Federal nos revela é exclusividade da Petrobrás. Certamente, há casos parecidos em todos os órgãos públicos, sejam eles federais, estaduais ou municipais. E por que não desconfiar, inclusive, do setor privado. Acredite! No Brasil é assim! Muitos criticam o governo, levantam a bandeira de ladrões, mas usam a impressora do trabalho para imprimir o dever de casa do filho.
Também é curioso o tratamento da mídia neste caso, os veículos de imprensa se dizem imparciais, mas desde as eleições escolheram seu lado. E agora, não é diferente, decidiram dar destaque ao caso, como se tudo fosse culpa de uma só. Escolheram uma linha editorial de crítica, de esvaziamento moral, de afundamento da crise, com um discurso pró catástrofe, apocalipse.
É preciso cautela, digo e repito, o que mais preocupa é o desrespeito a um resultado de eleições democráticas. O Brasil escolheu e elegeu uma candidata. É preciso provas para condenar, conclusões precipitadas por um modismo barato e hipócrita não podem permitir a perda de uma democracia que tanto lutamos para conquistar.
Cautela, cautela, cautela!
Como nos campos de futebol, em seus dias de torcida animalesca. Dois times, como Corinthians e Palmeiras, em dia de clássico, valendo o campeonato. Os ricos contra os pobres, os pretos contra o brancos, o Sudeste contra o Nordeste, os médicos contra os pacientes.
Em outros países de democracia sólida o resultado das eleições, seria no mínimo, respeitado por aqueles que não tiveram sucesso. Mas no Brasil, assim não será. O lado perdedor, desde o dia dos resultados, já preparou o discurso e começou a campanha. 'Dilma não terminará o governo, porque nós não permitiremos'.
Aqui não faço julgamentos, nem mesmo defesa da presidente Dilma. Se culpada for, que seja punida, inclusive com a perda do mandato. Mas o que preocupa é o discurso pró-impeachment que se instala, única e exclusivamente, por não se admitir o resultado das recentes eleições.
Fico com a seguinte sensação: se não ganha o candidato que queremos, impeachment nele! Partimos, desta forma, para um Brasil que afronta a democracia que tanto defende e diz ter. Parte do país, chega a desrespeitar os votos de cinquenta milhões de pessoas. Votos, que em sua maioria, são de pessoas menos favorecidas. O que reafirma o espírito de desigualdade e propõe um país sem iguais direitos para todos. Faz com que o voto seja diferente entre aqueles que tem dinheiro e aqueles que não tem.
O fazer política ganhou outros significados, é o legítimo toma lá dá cá. Políticos de partidos aliados se revoltam, não por causa das políticas públicas que estão sendo instaladas, mas por que ficaram sem dinheiro para fazer suas manobras estaduais ou perderam cargos e benefícios. A oposição não faz oposição apresentando ideias contrárias ou projetos melhores. Faz oposição para criticar, aparecer na mídia criticando e fazer com que o governo não dê certo. Afinal, é preciso criar munição para a próxima batalha, aqui entende-se próxima eleição.
Os casos de corrupção na maior estatal brasileira são absurdos. mas é importante lembrar que o caso Petrobrás é apenas uma amostra do que acontece pelo Brasil. Não podemos ser ingênuos e acreditar que o que a Polícia Federal nos revela é exclusividade da Petrobrás. Certamente, há casos parecidos em todos os órgãos públicos, sejam eles federais, estaduais ou municipais. E por que não desconfiar, inclusive, do setor privado. Acredite! No Brasil é assim! Muitos criticam o governo, levantam a bandeira de ladrões, mas usam a impressora do trabalho para imprimir o dever de casa do filho.
Também é curioso o tratamento da mídia neste caso, os veículos de imprensa se dizem imparciais, mas desde as eleições escolheram seu lado. E agora, não é diferente, decidiram dar destaque ao caso, como se tudo fosse culpa de uma só. Escolheram uma linha editorial de crítica, de esvaziamento moral, de afundamento da crise, com um discurso pró catástrofe, apocalipse.
É preciso cautela, digo e repito, o que mais preocupa é o desrespeito a um resultado de eleições democráticas. O Brasil escolheu e elegeu uma candidata. É preciso provas para condenar, conclusões precipitadas por um modismo barato e hipócrita não podem permitir a perda de uma democracia que tanto lutamos para conquistar.
Cautela, cautela, cautela!
Dilma Rousseff é reeleita presidente do Brasil
Esta foi, sem dúvida, a disputa mais acirrada desde a redemocratização do Brasil. Com uma diferença de aproximadamente três milhões de votos, Dilma Rousseff (PT) foi reeeleita. Aos 67 anos, Dilma venceu no segundo turno o adversário do PSDB, Aécio Neves. O resultado foi confirmado pelo sistema de apuração do TSE às 20h27min53, quando 98% das urnas estavam apuradas e não havia mais possibilidade matemática de virada.
Ao final de uma campanha eleitoral marcada por ataques mútuos entre as campanhas do PT e do PSDB, a presidente reeleita disse que quer governar “da forma mais pacífica e democrática”. Ela destacou que está disposta a abrir um grande espaço de diálogo com todos os setores da sociedade para buscar soluções para os principais problemas do país.
O TSE concluiu a apuração às 0h13. Com 100% das urnas apuradas, Dilma teve 54.501.118 votos (51,64%) e o tucano, 51.041.155 votos (48,36%).
Veja os números:
(Infográficos: UOL)
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Vito Ardito é condenado por improbidade administrativa
Defesa diz que vai recorrer da decisão; Prefeito foi condenado à prisão em regime semiaberto
O prefeito de Pindamonhangaba, Vito Ardito Lerário (PSDB), voltou a ter problemas com a justiça. Na última quinta-feira, dia 27 de março, o prefeito foi condenado pela justiça de São Paulo, em segunda instância, por improbidade administrativa. Vito foi condenado a cinco anos e quatro meses de prisão, em regime semiaberto, pagamento de multa e perda o mandato. Ainda de acordo com a decisão, o atual prefeito não poderá disputar eleições pelos próximos oito anos, é isso o que prevê a lei da Ficha Limpa, em caso de condenações em segunda instância.
A justiça do Estado entendeu que houve fraude na licitação que comprou vale transportes e passes escolares em 2004, quando Vito Ardito estava em seu terceiro mandato. Os problemas apurados pela justiça compreendem o período de 21 de setembro a 21 de outubro de 2004. Os contratos de 22 de outubro a 21 de dezembro do mesmo ano foram analisados e o prefeito foi absolvido das acusações.
A assessoria de Vito Ardito Lerário informou que ele não irá falar com a imprensa sobre o assunto e que seus advogados preparam uma defesa. Durante este período o prefeito continua no cargo.
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Serra diz que está à procura de trabalho
Pindamonhangaba /SP
Em 2006 Geraldo Alckmin foi candidato à presidência e Serra ao governo de SP. Alckmin perdeu para a reeleição de Lula e Serra foi eleito governador de SP. E o que Serra fez para Alckmin? Nada. O tucano hoje eleito para governar São Paulo foi colocado de escanteio, tendo inclusive que ir para os EUA tratar de uma suposta depressão. E agora, será que Alckmin cumprirá as promomessas feitas na campanha deste ano, em que dizia ser um servo de Serra. Que estaria ao lado dele para o que der e vier. Se assim for, Serra não precisará procurar um emprego, basta ligar para Alckmin e pedir um cargo no governo. Caso contrário, mais uma vez foi tudo campanha, tudo mentira.Candidato derrotado à Presidência, o tucano José Serra esteve hoje no Senado para uma reunião com os parlamentares do PSDB. Saiu comentando as políticas econômica e de saúde. E afirmou que o presidente Lula continua em campanha.
Perguntado se ele próprio não está em campanha, Serra jura que não. Completa afirmando que, na verdade, procura um trabalho, já que está desempregado. Mas, acaba admitindo que vai continuar fazendo o que faz desde os 20 anos de idade: política.
Fonte: Poder Online, do site IG
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PSDB e PPS analisam hipótese de fundir as legendas
Pindamonhangaba /SP
Talvez seja utopia mas acredito que os partidos políticos surgem em nosso pais com um único objetivo: difundir seus ideais. Há inúmeras legendas registradas e portanto deveriam existir inúmeras formas de se pensar um governo ou uma sociedade. Quando vejo dez partidos se aliando em busca de uma candidatura minha premissa cai por terra, afinal a briga não é por ideais e sim por cargos e interesses. Prova viva de que o sistema político do nosso país é falido e que na verdade existem apenas dois partidos políticos no Brasil: situação e opisição. O resto é apenas fantasia de um circo chamado política brasileira.Sem alarde, PSDB e PPS analisam a viabilidade e a conveniência de fundir as duas legendas numa só. As conversas, ainda embrionárias, começaram há duas semanas, nas pegadas da derrota do tucano José Serra para a petista Dilma Rousseff.
Coube ao senador eleito Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) procurar o deputado eleito Roberto Freire (SP), presidente do PPS federal. Ex-chefe da Casa Civil do governo Serra em São Paulo, Aloysio propôs a fusão.
Serra não pode definir salário mínimo de 2011, diz ministro do Trabalho
Pindamonhangaba /SP
O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, afirmou nesta terça-feira (19) que a definição do salário mínimo é feita com base em lei e que, deste modo, a decisão tem de ser tomada pelo atual presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. O ministro fez alusão à proposta do candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, que tem prometido um salário mínimo de R$ 600 em 2011. O G1 consultou a campanha do candidato José Serra sobre o assunto e aguarda retorno.
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Não há santos 2...
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![]() |
| Dilma Rousseff, candidata à presidência pelo PT, ao lado de José Serra, presidenciável pelo PSDB |
Este blog tem uma frase como lema "Não só informação, opinião". Portanto, se fossse contra os tucanos diria sem problemas. Tenho posições políticas bem definidas, mas considero desnecessário apresentá-las neste instante. Peço a atenção de todos para o post abaixo. Ele na verdade não tem como objetivo criticar este ou aquele partido político, mas sim mostrar que são todos iguais. O PT supostamente violou dados do PSDB por meio de um filiado não-militante e aliados ao governo do PSDB teria no RS violado dados de políticos do PT.
Ou seja, nesta história não há santos e sim uma guerra de palavras em meio a uma disputa presidencial. O objetivo é um só, conquistar votos. Fazer com que o eleitor pense que o adversário é bandido. Erro de estratégia. O povo brasileiro não vota pela honestidade, haja vista que politicos corrputos continuam se elegendo. O povo vota pelo que sente e vive, Dilma poderá ganhar não poque é santa mas sim porque os brasileiros melhoraram economicamente suas vidas. Para a maioria é isso que vale, o dinheiro no bolso, o cartão de crédito com limites desejáveis.
No fim tenham certeza, todos são farinha de um mesmo saco. Todos são políticos, que no calor da disputa querem o seu voto. Se há exceções, prefiro apontá-las no ambito prático do exercício político. Por que no ambito eleitoral aumentar ou disparar palavras ao vento torna-se uma prática comum quando nos referimos às eleições no Brasil
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Não há santos... RS: civis ligados ao governo também espionaram políticos do PT
É o sujo falando do mal lavado...
Lembrem-se: Yeda Crusius (PSDB) foi eleita para o governo do Rio Grande do Sul com 53,94%, 3.377.973 dos votos válidos.
O promotor de Justiça Criminal Amilcar Macedo, do Ministério Público na cidade de Canoas, no Rio Grande do Sul, informou que, além do sargento César Rodrigues de Carvalho, preso na manhã da última sexta-feira, outras quatro pessoas também são investigadas pelo acesso irregular a dados sigilosos de políticos gaúchos, sendo que duas são integrantes da Brigada Militar (BM) e duas são civis ligados ao governo do Estado.
Lembrem-se: Yeda Crusius (PSDB) foi eleita para o governo do Rio Grande do Sul com 53,94%, 3.377.973 dos votos válidos.
O promotor de Justiça Criminal Amilcar Macedo, do Ministério Público na cidade de Canoas, no Rio Grande do Sul, informou que, além do sargento César Rodrigues de Carvalho, preso na manhã da última sexta-feira, outras quatro pessoas também são investigadas pelo acesso irregular a dados sigilosos de políticos gaúchos, sendo que duas são integrantes da Brigada Militar (BM) e duas são civis ligados ao governo do Estado.
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Serra diz que parte da imprensa mente e manipula para beneficiar PT
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Provando do próprio veneno. Foi assim que entendi a declaração do governador José Serra sobre a mídia. Há dias o PSDB usou o apagão para atacar o governo federal e tentar desmoralizar a campanha de Dilma, agora é a chuva que está fazendo os tucanos ficarem preocupados, do jeito que as coisas andam certamente teremos muitas chuvas em 2010, muitas enchentes, mortes... a candidatura de Serra realmente pode ficar a ver navios.
De uma coisa eu tenho certeza, a sorte será um ingrediente fundamental para as eleições presidenciais de 2010. A decisão sempre partiu e mais uma vez partirá de SP. Portanto se Deus enviar uma chuva dias antes das eleições, Serra terá que pegar seu bote e partir para outros caminhos, já se o vendaval cair pelos lados do Paraná, talvez Dilma é que terá que sair tartaruga, devagar e para sempre!
** O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), acusou parte da imprensa de mentir e manipular dados em favor do Partido dos Trabalhadores. A declaração foi dada nesta quinta-feira (10/12), ao comentar os supostos cortes nos investimentos em obras na Bacia do Alto Tietê, região bastante afetada pelas chuvas dos últimos dias.
Provando do próprio veneno. Foi assim que entendi a declaração do governador José Serra sobre a mídia. Há dias o PSDB usou o apagão para atacar o governo federal e tentar desmoralizar a campanha de Dilma, agora é a chuva que está fazendo os tucanos ficarem preocupados, do jeito que as coisas andam certamente teremos muitas chuvas em 2010, muitas enchentes, mortes... a candidatura de Serra realmente pode ficar a ver navios.
De uma coisa eu tenho certeza, a sorte será um ingrediente fundamental para as eleições presidenciais de 2010. A decisão sempre partiu e mais uma vez partirá de SP. Portanto se Deus enviar uma chuva dias antes das eleições, Serra terá que pegar seu bote e partir para outros caminhos, já se o vendaval cair pelos lados do Paraná, talvez Dilma é que terá que sair tartaruga, devagar e para sempre!
** O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), acusou parte da imprensa de mentir e manipular dados em favor do Partido dos Trabalhadores. A declaração foi dada nesta quinta-feira (10/12), ao comentar os supostos cortes nos investimentos em obras na Bacia do Alto Tietê, região bastante afetada pelas chuvas dos últimos dias.
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