Entidade pede o fim do registro de jornalista no Ministério do Trabalho

Pindamonhangaba /SP 
Antes de qualquer coisa eu gostaria de saber que profissionais são filiados a esta ABJ (Associação Brasileira de Jornalistas). Ou melhor, tenho certeza, mesmo sem conhece-los, que jamais poderia chamá-los de profissionais, porque ser adepto de opiniões como a deste presidente é no mínimo dispensável de caráter profissional.

O que este senhor, Antônio Vieira, quer? Jornalistas de esquina, jornalistas de bar, jornalistas de buteco ou de quintal. Mais uma querem tentar colocar nossa profissão no lixo, como se não fosse literalmente nada. Mais uma vez querem transformar analfabetos em mediadores de opinião, filhos em discipolos de um poder corruptivo, canalha.

É triste saber que existem isntuições que representam nossa profissão com opniões tão medíocres, desprezíveis, ridículas, absurdas, cretinas, fora de própósito. Já nos tiraram o diploma e agora querem nos tirar o registro profissional A única prova de que existimos. De que podemos lutar por direitos.

Não tenho culpa de poder ter feito uma faculdade, de ser diplomado com muito orgulho. Enquanto nosso país cresce rumo ao desenvolvimento, brasileiros fazem questão de caminhar em direção contrária.
A Associação Brasileira dos Jornalistas (ABJ) protocolou nesta segunda-feira (24/05) uma representação no Ministério Público Federal solicitando o fim do registro de jornalista no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) é contra.

O presidente da ABJ, Antônio Vieira, informou que o acórdão da decisão do Supremo Tribunal Federal, que decidiu pela não obrigatoriedade do diploma para jornalistas, transforma a exigência de registro inconstitucional e discriminatória. Desde o começo do ano, o ministério tem concedido registro a profissionais sem diploma, mas os classifica como “Decisão STF”.

“Lutamos durante dez anos para ter essa liberdade de exercício profissional. O registro do MTE vai contra a liberdade, é do tempo da ditadura, queremos acabar com ele por causa disso”, analisa Vieira.

A Fenaj se opõe ao término da emissão do registro profissional para jornalistas. Para o presidente da entidade, Sérgio Murillo de Andrade, sem o registro, os profissionais de jornalismo vão perder em capacitação e terão os salários reduzidos.

“O registro foi a única coisa que nos sobrou. Se tirarem o registro é melhor acabar com a profissão de jornalista”, disse Andrade.
Fonte: Comunique-se
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Fabricio Oliveira 
jornalista 
fabriciofbo5@gmail.com