O destaque internacional de hoje nos conta que a OTAN assumiu definitivamente o controle dos ataques à Líbia. Tudo começou com os protestos no Egito que derrubou Hosni Mubarak, um ditador que comandava seu povo há mais de 30 anos. Os não contentes, no mundo árabe, transformaram-se em rebeldes. Os regimes lá comuns não admitem tal enfrentamento e o centro da terra vive hoje uma verdadeira guerra civil. Destaque para a Líbia e seu ditador que não admite deixar o governo, Kadhafi diz defender seu terrítório, mas para isso usa de violência contra o povo líbio. O exército que está do lado de Kadhafi mata civis sem dó.
O mundo não admite tais agressões e resolveu reagir. Aqui não estamos para fazer juízo de valor e defender este ou aquele. Mas não é certo que civis percam a vida, sejam mortos por soldados de seu próprio país, sejam censurados por terem opiniões diversas.
O futuro a Deus pertence, mas Kadhafi não deverá resisitir por muito tempo. A pergunta que fica é, qual será o futuro da Líbia? Já que a OTAN declarou na última semana que terroristas estão entre os rebeldes líbios.
Na Líbia não há oposição estruturada, por isso quem assumiria o poder? os rebeldes, ou a comunidade mundial? Será que teremos no futuro um novo Iraque?
Leia a notícia que fala dos terroristas na Líbia...
O almirante americano James Stavridis, comandante da Otan na Europa, disse ao Congresso que pode haver um pequeno número de militantes da al-Qaeda e outros terroristas entre os rebeldes da Líbia.
Stavridis citou fontes de inteligência. Ele afirmou que haveria também membros do movimento islâmico Hizbollah entre as forças rebeldes, mas que, até agora, não há provas de que este número seria "significativo".
O ditador da Líbia, Muammar Kadhafi, e membros de seu governo afirmaram várias vezes que os rebeledes estão sendo manipulados por terroristas ligados à rede de Osama bin Laden, muitos deles estrangeiros. Esse argumento é usado para justificar a repressão ao movimento.
Os bombardeios aliados às tropas do coronel ajudaram os rebeldes, mas a coalizão afirma que ainda não está ajudando diretamente os oposicionistas em solo. O Pentágono admite que ainda tem poucas informações sobre os rebeldes e suas intenções.
A secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, afirmou que os ataques às tropas de Kadhafi vão ser mantidos até sua saída.
Texto da notícia, fonte: G1