Pindamonhangaba /SP
Hoje é dia 19 de março de 2011, o mundo dá início a uma nova guerra. Desta vez a disputa não se dá pelo puder ou pela conquista de território. Na verdade 'o que se pretente' é acabar com um governo que destrói seus governados, seu povo, que hoje não quer mais viver em uma ditadura.
Kadhafi não desiste do poder. As tropas militares da Líbia estão do seu lado. Os rebeldes ganharam força depois da queda de Hosni Mubarack no Egito, mas sofrem com as ameaças e com os ataques. O governo da Líbia não mede esforços para manter-se no poder, e para isso não hesita em atirar contra seu povo discidente.
Atentar contra civis e matá-los por terem opiniões contrárias é peder o direito à soberânia. O mundo passa a ter que ver a Líbia como um país sem direitos, sem condições de se manter uma relação amistosa a respeitosa. A partir disso a ONU propõe sanções. Kadhafi não as respeita e intervenções militares tornam-se realidade.
O ditador líbio promete retalhações. O cenário dá indícios de que está história não para por aí e que novos capítulos começam a ser escritos na guerra Libia 2011. A agenda 7 muda o foco, o Japão perde espaço e o mundo se volta ao oriente médio.
Vamos aguardar e pedir para que soluções pacíficas resolvam o conflito. Apesar de acreditar que o inevitável já começou a se tornar realidade.